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Exercício de Auto motivação
Este é um exercício singelo e tremendamente útil. Para fazê-lo com eficácia leia várias vezes o texto, antes de realizar o exercício, para que te familiarize com o conteúdo, a seqüência e os términos.
Busque alguém de sua confiança para que leia isso e lhe guie, ou grave em uma fita cassete.
É importante usar uma voz muito suave.
Assegure-se que não haverá distrações nem interrupções. Adote uma posição muito cômoda, a mais cômoda possível (vale estar deitado ou reclinado). Não deve ter nada nas mãos. Preferível não cruzar pernas nem braços.
Feche os olhos e respire com suavidade.
Leia o texto que está escrito. Não introduza mudanças nem modificações, não adicione coisas “de sua própria cabeça”.
Faça pausas, para que possa responder a guia.
Auto-Motivação – Parte 1
1. Pense em uma tarefa ou uma atividade que seja realmente atrativa, que deixe você motivado quando a faz. Imagine que está vendo o filme dessa atividade. Note as qualidades da imagem ao pensar nessa tarefa: a cena, a iluminação, o som, os movimentos. Observe uma imagem rica, com muitos detalhes… OK “apague o projetor”.
2. Descanse e olhe a seu redor, respire tranqüilo.
3. Agora pense em algo que não desperta nenhum interesse: Note o que sente ao pensar em algo que te é totalmente indiferente. De novo olhe a imagem e suas qualidades… OK, apague a imagem.
4. Descanse e olhe a seu redor, respire tranqüilo.
5. Faça uma comparação entre os dois “filmes” e note as diferenças que encontrou nas qualidades das imagens: Iluminação, brilho, cores, tamanho, distância, localização, sons, sensações, etc.
6. Escreva sua própria lista para que tenha os elementos que sua mente (seu cérebro) utiliza para te indicar que algo é valioso e te motiva. Estas serão suas chaves de motivação.
Pegue agora uma imagem qualquer de uma experiência agradável, prazerosa, que tenha tido. Vais fazer o seguinte jogo com essa imagem:
Troque as características visuais, quer dizer, aumenta ou diminui: Cores/branco e preto, iluminação, brilho, contraste, foco (nitidez), detalhe, tamanho, distância, se a imagem tem borda ou não, localização (acima, abaixo, à frente, etc.), se move ou está parada e proporção. Fique com aquelas mudanças que lhe pareçam mais atrativas, mais agradáveis, mais motivantes.
Faça o mesmo com as características auditivas: Fonte (origem) do som, tonalidade (aguda, grave), som monótono ou melodioso, volume, ritmo (rápido, lento), duração (som contínuo ou intermitente), mono ou estéreo.
E agora com as características kinestésicas (sensações, sentimentos): Qualidade da sensação, intensidade, localização, velocidade, duração.
Fique com a combinação de características que ficou mais atrativa e lhe motivem (as anote). Vai usar elas depois.
Auto-Motivação – Parte 2
1. Pense em algo que você saiba que para você seja valioso fazer, mas que é difícil ou custa muito fazer.
2. Se concentre e pergunte a todas as suas partes internas, se existi alguma objeção a cumprir com essa tarefa. Se for sensível a essas objeções (de fazê-las). Se não puder satisfazer a objeção com comodidade, ajuste (ou troque) a tarefa de maneira que não existam objeções.
3. Pense nas conseqüências de fazer a tarefa, não no trabalho de fazê-la. Pense nos benefícios que obterá uma vez que esteja completada. Pense em seu ganho.
4. Agora, use a lista de elementos que encontrou no exercício anterior, os que anotou. Lembre que são os mais atrativos e motivantes. Use-os para trocar o que pensa a respeito de ter essa tarefa feita, completada. Coloque na tarefa os elementos visuais, auditivos e kinestésicos que anotou. Continue fazendo isto até que se sinta fortemente atraído, motivado, a realizar essa tarefa.
Auto-Motivação – Parte 3
1. Fique numa posição cômoda. Dirija seu olhar para a direita, um pouco para cima. Imagine que vê uma pessoa igual a ti, a curta distância. Este “outro você” fará o exercício, enquanto você o observa. Somente quando estiver completamente satisfeito com o processo, vai ser que as habilidades irão se integrar a ti. Para te assegurar de que assim será, possivelmente você gostaria de imaginar que está infiltrado dentro de uma borbulha de plexiglás, para que realmente esteja separado das atividades que vai fazer seu outro eu.
2. Escolha algo que você quer ser capaz de se motivar a fazer. Para este exercício, escolha algo bem simples, como limpar seu quarto, ou acomodar seu closet. Algo que você não goste muito de fazer, mas deseja muito que seja completado, devido aos benefícios que obterá como resultado.
3. Observe a seu outro eu e olhe o que verá quando a tarefa tenha sido realizada, incluindo as conseqüências positivas, os benefícios diretos e imediatos e os futuros.
4. Agora, olhe a esse “outro você” fazendo a tarefa com facilidade. Enquanto o “outro você” a faz, mantenha-se olhando a imagem da tarefa terminada e se sinta bem como resposta ao vê-la totalmente completada. Note como a voz interna do “outro você” é estimulante e se lembre das recompensas futuras e o que até o momento obtiveste com respeito ao objetivo. Finalmente, vá ao “outro você” encantado de ter terminado e desfrutando da recompensa obtida por uma tarefa que já se completou.
5. Se o que você vê não te satisfaz por completo, deixe que uma suave neblina cubra por um momento a imagem, enquanto seu inconsciente faz os ajustes que sejam apropriados. Em alguns segundos, quando a neblina desaparecer, verá os ajustes, que serão satisfatórios para você (pausa…).
6. Agora que tem a completa satisfação, permita que a borbulha de plexiglás desapareça. Pegue a imagem do seu “outro eu” que tem todas essas aprendizagens e deslize ela para você. Pode, se for cômodo para você, estender seus braços, pegar a imagem, trazê-la para você, e integrá-la contigo. Algumas pessoas sentem um estremecimento (ou se “arrepiam”) ou uma liberação de energia, ao fazer isto.
7. Finalmente, pegue um momento adicional para que pense quando será a próxima ocasião em que terá que realizar a tarefa para a qual acaba de se auto-motivar a completá-la…
Tradução feita pela Equipe pnlbr.blogspot.com
Titulo Original: http://www.personal.able.es/cm.perez/pnl.htm
Mudando sentimentos
Esta é uma lição prática. Você pode utilizá-la no fim de semana, no seu trabalho, em qualquer ambiente em que esteja. Trata-se de um exercício que costumo ensinar para que as pessoas entendam que nada, ABSOLUTAMENTE NADA pode nos fazer mal, a não ser que demos a qualquer coisa que acontece um significado que represente este mal.
Assim como disse nas lições anteriores, o mundo é do jeito que você acredita que ele seja, e as coisas que lhe acontecem também tem o impacto que você mesmo dá.
No entanto, podemos mudar o que sentimos e, consequentemente, mudar também o significado do que vemos, ouvimos ou sentimos, tocamos, degustamos...etc...
Acontece o seguinte: Todas as informações que captamos vem de três sentidos básicos: Visual (o que vemos, imagens, fotos, filmes, etc...), Auditivo (o que ouvimos, música, voz, barulho...) e Cinestésico (o que sentimos, toque, sabor, temperatura, cheiros...).
Dependendo de nossa forma de captação preferencial, da qual falarei mais adiante (por hora, basta prestar atenção ao exercício e entender como ele funciona), recebemos uma informação que nos causa sentimentos bons ou ruins. Ex: A visão de um cão enorme e mostrando os dentes pode lhe causar medo. A de um filhote fofinho olhando pra você com aquele olhar pidoncho pode lhe dar vontade de pegá-lo. Ouvir um latido forte pode lhe assustar. Ouvir um ganido triste de um bichinho em apuros pode te fazer procurar onde ele está. Sentir a pata pesada de um pitbul pode te levar a sair na carreira. Uma patinha fofa de um filhotinho vai te derreter todo (Claro que estes exemplos são para quem gosta de cachorros, como eu, mas você pode utilizar com outros bichinhos ou até com pessoas).
O problema não é se um cão é bravo ou manso, se uma pessoa é educada ou mal-educada, se alguém é forte ou fraco... e nem mesmo a reação que temos diante deles. O que vale aqui é o que sentimos antes ou DEPOIS que um fato limitante nos acontece, e que nos trava, nos deixa sem ação.
Você tem medo? Você tem raiva? Você tem sentimentos de tristeza toda vez que se lembra de uma discussão, de uma palavra mal-dita, de um olhar que você considerou de ataque?
Você desiste de uma conquista quando uma mulher ou homem te olha e parece dar aquele sorriso de desprezo (isso na sua concepção, claro)? Olha para o patrão e fica com medo de pedir aquele aumento? Ouve a voz daquele colega e desiste de lhe dar aqueles conselhos?
O exercício que vou ensinar visa exatamente fazer com que você entenda que nada disso pode te atingir.
Duvida?
Então preste atenção:
• Imagine um momento em que tenha experimentando sentimentos negativos, supostamente provocados por outra pessoa. (Uma discussão, um momento em que se sentiu inferior a alguém, a visão da pessoa que lhe interessava com outra pessoa, desprezo...).
• Pense no sentimento que teve com relação a este momento, e que ainda sente quando se lembra (medo, raiva, inferioridade, tristeza...).
Pois muito bem: O que lhe chama mais a atenção em suas lembranças? É a VISÃO da cena? É o que você OUVIU desta pessoa, o tom de voz dela, a altura com que falou? É algo que SENTIU, um cheiro específico, um perfume, um gosto...?
Se não consegue identificar, é só fazer um ou todos os exercícios abaixo e perceba as mudanças.
• Vamos pegar uma situação de medo, impotência ou raiva. Imagine um momento em que tenha discutido com alguém, e nos acontecimentos que se seguiram: Você ficou calado? Ficou com medo? Chorou? Foi embora sem ter resposta para a agressão verbal (ou mesmo fisica) que sofreu? Sente tudo isso quando bate a lembrança deste momento ou quando encontra as pessoas envolvida na história?
Preste atenção a tudo... e dê um tempo nestas lembranças.
• Fez o que pedi acima? Pois bem....
Agora, que tal fazer o seguinte: Pense, imagine-se na mesma cena novamente. Porém, agora, a pessoa ou pessoas envolvidas tem a cara, o tamanho e a voz do PATO DONALD, ou do PATETA, ou do ator mais engraçado que você já viu na vida! Imagine o sujeito ou a garota te xingando com a voz de um destes personagens, pulando pra lá e pra cá como o Pato Donald (como no desenho neste post) ou o Mickey. E se sua "pessoa amada" e o outro por quem ela estava interessada fossem Popeye e a Olivia Palito? E se de repente, enquanto você discute, você aumentasse de tamanho ou a pessoa envolvida diminuisse, ou ambos?
PENSE, FAÇA!
Se você fez como eu solicitei, no minimo está dando muitas gargalhadas neste momento.
Eentão eu pergunto: Onde está a raiva? Cadê a tristeza? E o medo?
Tudo bem se você sentiu isso tudo no momento em que ocorreu o problema, mas daí a continuar carregando estes sentimentos, não dá!
Dica: Faça este exercício com todos os momentos em que sentiu "pra baixo" por causa de outras pessoas, ou mesmo porque fez algo que imaginou ter sido uma "burrice", um "erro", e por aí vai.
Você pode usá-lo como "Pronto-Socorro" também: Se você é daquelas pessoas que pensam em se aproximar de alguém e muda de idéia por se sentir inferior, ou atacado pela timidez, e antecipa toda a cena de um "Mico", trate de mudar esta antecipação para uma cena de humor, com personagens engraçados (inclusive você) e veja no que dá.
O mesmo vale para um "fora", uma piadinha de mau gosto, uma tentativa de te menosprezar... Olhe bem para a pessoa e tranforme-a no bicho que você quiser, ou no desenho animado que quiser, ou no personagem que quiser... Ela não vai entender nada quando você começar a rir a cada bobagem que ela diz (claro... isso não significa que você vai começar a rir diante de um assaltante que lhe aponta uma arma e pede seu dinheiro, mas pode fazer isso logo depois, para não deixar o trauma se instalar, certo?).
Parece algo muito simplório pra funcionar, não é mesmo? Mas, funciona!
Experimente, e depois me conte. Qualquer dúvida, entre em contato pelo e-mail ou pelos comentários.
Âncoras e confiança
Todos nós enfrentamos muitos medos. No meu meio de atuação, o mais frequente, sem dúvida (pelo menos de acordo com as pessoas que me procuram) é o de falar em público. Muitos se sentem retraídos até para se apresentarem aos demais, suam frio e tremem simplesmente para dizerem seus nomes.
A PNL possui ferramentas eficazes para mudar esses comportamentos e investigar as possíveis causas que limitam e muitas vezes prejudicam o sujeito a vender, ou apresentar seus trabalhos perante o público.
Esta lição é sobre algo que tem mudado a vida de muita gente: a técnica da Ancoragem. Aqui você vai aprender como fazer uma auto-ancoragem.
Uma âncora é qualquer estímulo ou representação tanto externa quanto interna, que gera determinada reação ou estado interno. As âncoras podem ocorrer com naturalidade ou serem criadas para fins específicos.
Antes disso, quero que você aprendar como se faz o "Círculo de Excelência", que nos momentos anteriores às apresentações pode ser feita rapidamente, produzindo um resultado satisfatório e, como diz o próprio nome da técnica, fornecer uma boa dose de coragem.
Círculo de Excelência
No Circulo de Excelência, usamos a ancoragem, que é a técnica da PNL utilizada para criar ou modificar respostas associadas a estímulos. Ou seja, com este trabalho vamos criar um estado desejado para as experiências de falar (em público ou com quem você tenha dificuldade) e outras atividades.
1 - Pense e identifique um estado desejado; um estado de excelência e de tranqüilidade para a situação. Relembre um momento em que estava tranqüilo, relaxado, repleto de recursos e bem consigo mesmo.
2 - Projete uma imagem de um círculo na sua frente e preencha com a cor que lhe agrada. O círculo e a cor são objetos metafóricos na técnica. Serve apenas para você intensificar seu estado.
3 - Dê um passo a frente e entre neste círculo. Comece a relembrar o momento em que estava no estado desejado. Intensifique a lembrança e perceba os canais sensoriais. Isto é muito importante.
4 - Saia do círculo e observe a si mesmo dentro dele. Como está o seu estado, sua voz, sua expressão facial, e se preciso, modifique a cena para melhor. Realce a experiência.
5 - Escolha agora uma auto-âncora cinestésica; um toque discreto para poder acioná-lo a qualquer momento. Particularmente, gosto de segurar a ponta do dedo indicador da mão esquerda com o polegar e o indicador da mão direita. O local do toque e a intensidade da força são condições essenciais para uma boa ancoragem.
6 - Volte ao círculo, recupere o estado e ancore.
7 - Separe os estados e teste sua âncora.
Em tempo: Esta técnica pode ser feita sozinho ou com a presença de um guia. Lembrando que as condições para uma boa ancoragem são: (1) ancorar estados intensos e puros, (2) ancorar no auge do estado, (3) escolher um estímulo único, (4) repetir com precisão.
Confiança
Confiança, sem dúvida, é um elemento chave para o bom desempenho. Certa vez, fui convidado a dar uma palestra, numa escola, sobre Metamodelos. Embora gostasse do tema, nunca havia trabalhado apenas com ele, e me senti desafiado. Aprendi que é preciso estar preparado sempre em dois níveis: o conhecimento da matéria e o preparo psicológico. Estudei alguns dias sobre o tema e como não tinha experiências anteriores como referência, busquei um outro estado de recursos, a partir de outras palestras, e fiz o Círculo de Excelência. A confiança também vem da experiência. Se você já fez isso uma vez e obteve sucesso, você pode fazer novamente.
Fiz também uma visualização de como gostaria de estar após a palestra e tracei dois objetivos que desejava que o público assimilasse. O primeiro era entender melhor o que estava sendo dito pelos outros e o segundo era saber exatamente como clarear a comunicação, com as perguntas certas.
Com a âncora de recursos, os objetivos traçados e a ponte ao futuro, consegui me sair bem na atividade.
Você também pode! Comece agora!
Linguagem hipnótica
USO DA PALAVRA "PODIA" E "PODE SER"
Usando essas palavras você irá suavizar os comandos, para que a pessoa faça aquilo que você quer que ela faça. Leia os exemplos pulando as palavras para perceber o comando.
. Você podia me levar para passear neste fim de semana
. Você podia notar que seus sentimentos por mim estão mudando a cada dia que passa
. Pode ser que você ainda queira sair hoje à noite comigo
. Pode ser que você encontre um presente especial para mim quando for ao shopping
PADRÕES HIPNÓTICOS
Os padrões hipnóticos são utilizados na comunicação para torná-la mais eficiente e persuasiva. Utilizamos esses padrões no dia a dia e muitas vezes nem temos consciência disso.
"Se eu lhes falar a respeito de mergulhar como fiz em minha recente lua de mel em Yacatan, descrevendo-lhes os rápidos movimentos dos peixes tropicais, de cores brilhantes, o som rítmico das ondas mansas batendo na praia e a sensação de subir e descer com as ondas mornas enquanto esquadrinhava o cenário subaquático, é de se esperar que eu consiga alterar-lhes o estado de consciência, de modo que possam experienciar alguma representação daquilo que eu experenciei.
Se vocês ficarem entusiasmados com a idéia de irem lá também, terei empregado os mesmos padrões de comunicação que são utilizados por hipnotizadores eficientes... e por eficientes poetas, vendedores, pais e mães, políticos, líderes religiosos, etc. Se vocês entenderem hipnose como a alteração do estado alterado de consciência de alguém, então qualquer comunicação efetiva é hipnose"
Connirae Andreas
Nos próximos tópicos, alguns padrões de linguagem hipnótica e no final mostraremos alguns exemplos de alteração do estado de consciência inserindo alguns padrões para que sua comunicação tenha mais efeito.
USO DA PALAVRA "NÃO"
O cérebro não consegue fazer uma imagem da palavra "não" por não ser um substantivo ou verbo, ele processa a informação sem essa palavra para depois negar o que foi dito. Para você entender melhor: NÃO pense na cor vermelha. E então, você pensou na cor vermelha? Este padrão é altamente usado para influenciar os outros devido ao seu grande poder.
A seguir temos alguns exemplos e ao ler, pule a palavra "não". Esta será a mensagem que o subconsciente da outra pessoa irá captar.
. Não me ligue hoje, se não quiser.
. Não precisa me levar para jantar naquele restaurante.
. Não sorria se estiver gostando deste curso.
. Se você estiver ocupado, não se sinta na obrigação de arrumar um tempo para conversarmos.
Ordens negativas
. Não quero que você pense que eu gosto de você
. Não quero que se sinta incomodado por ter me deixado aqui esperando horas
PREDICADOS DE CONSCIENTIZAÇÃO
Algumas palavras como saber, perceber, tomar conhecimento, podem ser usadas para pressupor o resto da sentença. Dirige a atenção do outro para aquilo que você quer que ela perceba.
. Você já reparou que sabe mais sobre sedução do que qualquer outra pessoa que você conhece?
. Você sabia que essas técnicas são muito poderosas e permitem que você seja mais persuasivo nas suas colocações?
O segredo do rapport
RAPPORT
O rapport é a base de todo relacionamento. Quando você entra em rapport com alguém o clima entre vocês é de confiança, harmonia, entendimento. A outra pessoa se sente compreendida já que você adota o modelo de mundo dela.
Quando você estabelece o rapport as suas chances de ter sucesso na interação aumentam consideravelmente além de ser um ótimo indicador que vai mostrar se você está agradando ou não, e se estiver você vai se tornar mais irresistível e persuasivo.
Você pode conseguir rapport através de duas formas:
Direto: Se alguém senta de uma determinada maneira, recostada, você adota a mesma postura dessa pessoa. Se ela tem um tom de voz mais alto, você pode aumentar um pouco o seu tom de voz. Você pode acompanhar a respiração respirando da mesma forma, no mesmo rítmo.
Você pode espelhar qualquer coisa, os gestos, a postura, o piscar de olhos, a respiração, a velocidade, o ritmo e o tom de voz...
Espelhar não é imitar, se você imitar a outra pessoa ela irá perceber e percebendo fica impossível criar rapport. Você deve esperar um pouco para espelhar e pode e deve recriar os movimentos: se a pessoa levanta muito o braço, você pode levantar até uma certa altura, o que vale é equiparar-se ao máximo, sem "imitar".
Cruzado: O rapport cruzado é feito da seguinte maneira: Se você quiser espelhar a respiração de outra pessoa você pode, ao invés de acompanhar com sua própria respiração, acompanhar com um leve balançar de pernas. Se a pessoa cruza os braços, você poderá cruzar as pernas. O rapport cruzado muitas vezes é a melhor forma para que a pessoa não perceba.
A base do rapport é acompanhar, acompanhar, acompanhar.... liderar.
Ao espelhar três coisas escolhidas por você, postura - gestos - tom de voz, chegou a vez de liderar e saber se a outra pessoa te acompanha. Para isso faça um movimento qualquer, cruze os braços, mude de postura, enfim. Se a outra pessoa te acompanhar isso quer dizer que você estabeleceu rapport e agora você pode liderar a interação.
Preste sempre atenção se você não perdeu o rapport, isso pode acontecer. Se isso acontecer comece tudo novamente. Acompanhe, acompanhe, acompanhe...lidere.
Quando a pessoa te acompanha, seja no rapport direto ou cruzado, isto quer dizer que há harmonia entre vocês e que ela está gostando de estar do seu lado e apreciando sua companhia. Como eu disse é uma técnica poderosa além de ser um ótimo indicador para a próxima atitude.
A Neurologia Da Empatia
Esses estudos foram examinados como pano de fundo de um trabalho para seminário de Leslie Brothers, psiquiatra do Instituto de Tecnologia da Califórnia, sobre a biologia da empatia.Examinando descobertas neurológicas, Brothers aponta as amígdalas e suas ligações com a área de associação do córtex visual como parte dos circuitos-chave do cérebro que estão por trás da empatia.
Grande parte da pesquisa neurológica importante vem do trabalho com animais, sobretudo primatas não humanos. Que esses animais demonstram empatia ou "comunicação emocional", como prefere chamar
Brothers está claro não apenas pelas histórias que se contam, mas também por estudos como o seguinte: treinaram-se macacos rhesus primeiro para recear um certo tom, fazendo-se com que o ouvissem enquanto recebiam um choque. Depois, eles aprenderam a evitar o choque empurrando uma alavanca sempre que ouviam o tom. Em seguida, pares desses macacos foram postos em jaulas separadas, tendo como única comunicação entre si um circuito fechado de TV, que lhes permitia ver imagens das caras um do outro. O primeiro macaco, mas não o segundo, ouvia então o som temido, que trazia uma expressão de pânico à sua cara. Nesse momento, o segundo macaco, vendo o medo na cara do primeiro, empurrava a alavanca que impedia o choque - um ato de empatia, senão de altruísmo.
Havendo estabelecido que os primatas não humanos de fato interpretam emoções na cara de seus iguais, os pesquisadores inseriram delicadamente longos eletrodos pontiagudos no cérebro dos macacos. Esses eletrodos permitiam a gravação da atividade num único neurônio. Os eletrodos que canalizavam neurônios no córtex visual e nas amígdalas mostraram que quando um macaco via a cara do outro, essa informação levava ao disparo de um neurônio primeiro no córtex visual, e depois nas amígdalas. Esse caminho, claro, é uma rota padrão da informação emocionalmente estimulante. Mas o que surpreende nos resultados desses estudos é que também identificaram neurônios no córtex visual que parecem disparar apenas em resposta a expressões faciais ou gestos específicos, como um ameaçador abrir a boca, uma careta terrível ou um dócil agachamento.
Esses neurônios são distintos de outros na mesma região que reconhecem caras familiares. Isso pareceria significar que o cérebro se destina desde o princípio a responder a expressões emocionais específicas - ou seja, que a empatia é um dado da biologia.
outra linha de indícios para o papel-chave do caminho amígdala-cortical na leitura e resposta de emoções, sugere Brothers, é a pesquisa na qual se cortaram as ligações entre amígdalas e córtex de macacos da selva.
outra linha de indícios para o papel-chave do caminho amígdala-cortical na leitura e resposta de emoções, sugere Brothers, é a pesquisa na qual se cortaram as ligações entre amígdalas e córtex de macacos da selva.
Quando os soltaram de volta a seus bandos, esses macacos podiam enfrentar tarefas comuns como alimentar-se e subir em árvores. Mas os infelizes animais tinham perdido todo senso de como reagir emocionalmente aos outros. Mesmo quando um deles fazia urna abordagem amistosa, os outros fugiam, e eles acabaram vivendo como isolados, evitando contato com seu próprio bando.
Brothers observa que as mesmas regiões do córtex onde se concentram os neurônios específicos da emoção são também as de mais densa ligação com as amígdalas; a interpretação de emoções envolve os circuitos amígdala-corticais, que têm um papel-chave na organização das respostas adequadas.
O valor para a sobrevivência desse sistema é óbvio - observa Brothers.
A percepção da aproximação de outro indivíduo deve originar... e muito rápido... um padrão psicológico [de resposta fisiológica] apropriado à intenção de morder, entrar numa gostosa sessão de cafuné ou copular.
A percepção da aproximação de outro indivíduo deve originar... e muito rápido... um padrão psicológico [de resposta fisiológica] apropriado à intenção de morder, entrar numa gostosa sessão de cafuné ou copular.
Uma base fisiológica semelhante da empatia em nós humanos é sugerida numa pesquisa de Robert Levenson, psicólogo da Universidade da Califórnia, em Berkeley, que estudou casais casados em que cada um tentava adivinhar o que o cônjuge estava pensando durante uma acalorada discussão. 0 método dele é simples: o casal é filmado em videoteipe e suas respostas fisiológicas medidas quando eles discutem algum problema sério no casamento - como disciplinar as crianças, hábitos de despesa e coisas assim. Cada cônjuge vê a fita e narra o que ele ou ela sentia em cada momento. Depois o cônjuge vê a fita uma segunda vez, agora tentando interpretar os sentimentos do outro.
A mais enfática precisão ocorreu nos maridos e esposas cuja própria fisiologia identificava a do cônjuge que eles estavam vendo. Quer dizer, quando o cônjuge tinha uma reação de aumento de suor, eles também; quando o outro tinha uma queda nos batimentos cardíacos, eles também. Em suma, seus corpos imitavam as sutis reações físicas, a cada momento, do outro cônjuge. Se os padrões fisiológicos do que estava vendo o filme simplesmente repetiam os seus próprios durante a interação original, ele ou ela era muito ruim na suposição do que o cônjuge estava sentindo. Só quando seus corpos estavam em sintonia havia empatia.
Isso sugere que quando o cérebro emocional dirige o corpo com uma forte emoção - o calor da fúria, digamos - há pouca ou nenhuma empatia. Empatia exige bastante calma e receptividade para que os sutis sinais de sentimento da outra pessoa sejam recebidos e imitados por nosso cérebro emocional.
Extraído do livro Inteligência Emocional, de Daniel Goleman
Isso sugere que quando o cérebro emocional dirige o corpo com uma forte emoção - o calor da fúria, digamos - há pouca ou nenhuma empatia. Empatia exige bastante calma e receptividade para que os sutis sinais de sentimento da outra pessoa sejam recebidos e imitados por nosso cérebro emocional.
Extraído do livro Inteligência Emocional, de Daniel Goleman
Teste: Você é visual, auditivo ou cinestésico?
Qual é seu registro predominante? Este teste lhe ajudará a comprová-lo
Qualifique cada pergunta com 0, 1 ou 2 pontos, depois reflita melhor o que acontece com você. A) Quando lhe apresentam a uma pessoa:
1. Para você é suficiente vê-la para saber como é.
2. Precisa falar com ele uns minutos para poder conhecê-lo.
3. Basta lhe dar um aperto de mão para saber com que tipo de pessoa está lidando.
2. Precisa falar com ele uns minutos para poder conhecê-lo.
3. Basta lhe dar um aperto de mão para saber com que tipo de pessoa está lidando.
B) Diante de uma entrevista importante de trabalho com alguém que não conhece:
4. Leva preparado tudo o que você vai dizer.
5. Tem visto fotos dessa pessoa ou lendo tudo que ela escreve.
6. O que mais lhe preocupa e se você se sentirá bem ou mal durante a entrevista.
C) Nos seus momentos livres prefere:
5. Tem visto fotos dessa pessoa ou lendo tudo que ela escreve.
6. O que mais lhe preocupa e se você se sentirá bem ou mal durante a entrevista.
C) Nos seus momentos livres prefere:
7. Ver TV
8. Praticar algum esporte ou se reunir com seus amigos
9. Escutar sua música favorita
D) Diante do seu automóvel:
8. Praticar algum esporte ou se reunir com seus amigos
9. Escutar sua música favorita
D) Diante do seu automóvel:
10. O comprou pelo seu design.
11. Está muito atento aos ruídos do motor ou da suspensão.
12. O que mais lhe importa é que seja cômodo, veloz e silencioso.
11. Está muito atento aos ruídos do motor ou da suspensão.
12. O que mais lhe importa é que seja cômodo, veloz e silencioso.
E) Quando vai comer em um restaurante:
13. O escolhe em função do sabor e o cheiro de seus pratos.
14. O importante para você é a apresentação, o colorido dos alimentos
15. Não suporta um local cheio de ruídos ou de música no volume alto
F) Diante de seu chefe:
14. O importante para você é a apresentação, o colorido dos alimentos
15. Não suporta um local cheio de ruídos ou de música no volume alto
F) Diante de seu chefe:
16. Prefere que lhe diga as coisas, não que lhe envie por escrito
17. As instruções são mais claras por escrito
18. O importante é que acha um ambiente de comodidade.
G) Em geral,
17. As instruções são mais claras por escrito
18. O importante é que acha um ambiente de comodidade.
G) Em geral,
19. Gosta de observar os demais
20. Não pode ficar quieto sem se movimentar mais de dez minutos seguidos
21. Fala com você mesmo em voz alta
H) Com um amigo:
20. Não pode ficar quieto sem se movimentar mais de dez minutos seguidos
21. Fala com você mesmo em voz alta
H) Com um amigo:
22. Se fixa na expressão do seu rosto
23. Se fixa na sua atitude
24. Se fixa no que diz e no tom de sua voz
I) Quando recebe uma carta:
23. Se fixa na sua atitude
24. Se fixa no que diz e no tom de sua voz
I) Quando recebe uma carta:
25. Você mesmo a lê, não suporta que a leiam
26. É importante o cheiro e a textura do papel
27. Volta a relê-la na sua mente
J) Em um lugar
26. É importante o cheiro e a textura do papel
27. Volta a relê-la na sua mente
J) Em um lugar
31. O ruído não te incomoda para trabalhar
32. Percebe imediatamente o ambiente desse lugar
33. Não suporta os ruídos das crianças, os timbres ou as sirenes.
K) Em um bate-papo
32. Percebe imediatamente o ambiente desse lugar
33. Não suporta os ruídos das crianças, os timbres ou as sirenes.
K) Em um bate-papo
34. As projeções visuais lhe incomodam
35. Precisa ver projeções e esquemas
36. O que importa é a temperatura da sala.
L) Diante de um conhecido:
35. Precisa ver projeções e esquemas
36. O que importa é a temperatura da sala.
L) Diante de um conhecido:
37. Para saber que ele te escuta é imprescindível que ele esteja te olhando
38. Importa-lhe o tom, o ritmo, o timbre de sua voz.
39. O que importa de verdade são os sentimentos que sente por ele.
M) Vendo a TV:
38. Importa-lhe o tom, o ritmo, o timbre de sua voz.
39. O que importa de verdade são os sentimentos que sente por ele.
M) Vendo a TV:
40. A imagem só serve para enriquecer os diálogos e a música.
41. Chora ou ri segundo o argumento do filme
42. Faz comentários em voz alta
41. Chora ou ri segundo o argumento do filme
42. Faz comentários em voz alta
N) É primavera
43. Você nota o canto dos pássaros ao acordar pela manhã
44. O maravilhoso é a mistura de diferentes tons de verde
45. Nota uma sensação interior difícil de explicar com palavras
Escreva as cifras nas colunas e some o total de cada coluna:
44. O maravilhoso é a mistura de diferentes tons de verde
45. Nota uma sensação interior difícil de explicar com palavras
Escreva as cifras nas colunas e some o total de cada coluna:
Créditos: site.suamente
Crenças Fortalecedoras
Para modelar excelência, temos de começar com os sistemas de crença da excelência. Descobri que estas sete crenças fortaleceram pessoas a usar, fazer mais, adotar maiores medidas e produzir maiores resultados. Não estou dizendo que são as únicas crenças úteis do sucesso. São um começo. Elas funcionaram para outros, e gostaria que visse se funcionam para você.
CRENÇA 1: Tudo acontece por uma razão e um fim, e isso nos serve. Lembra-se da história de W. Mitchell? Qual foi a crença central que o ajudou a superar a adversidade? Ele decidiu aproveitar o que acontecera e trabalhar com isso a seu favor, de todo modo que pudesse. Da mesma forma, todas as pessoas de sucesso têm a estranha capacidade de focalizar o que é possível numa situação, que resultados positivos podem vir dela. Não importa quão negativo seja o "retorno" ou feedback que tragam de seu ambiente, elas pensam em termos de possibilidade. Pensam que tudo acontece por uma razão, e isso as satisfaz. Acreditam que toda adversidade contém a semente de um benefício equivalente ou maior. Posso garantir-lhe que pessoas que conseguem resultados relevantes pensam dessa forma. Pense sobre isso em sua própria vida. Há um infinito número de maneiras de reagir a cada situação. Digamos que sua firma falha ao tentar conseguir um contrato com o qual você tinha contado, um contrato que você estava certo que merecia. Alguns de nós ficariam magoados e frustrados. Podemos sentar em casa e lastimar, ou sair e nos embebedar. Alguns ficariam loucos. Podemos culpar a companhia que julgou o contrato, imaginando que são um bando de indivíduos ignorantes. Ou podemos nos cul- par por arruinarmos uma coisa tida como certa. Tudo isso pode nos ajudar a desabafar um pouco, mas não re- solverá o problema. Não nos deixa mais próximos do resultado desejado. É preciso muita disciplina para sermos capazes de refazer- mos nossos passos, aprender lições penosas, reparar falhas e dar uma boa olhada nas novas possibilidades. Mas é a única maneira de ex- trair um resultado positivo do que parecia um resultado negativo...
CRENÇA 2: Não há essa coisa chamada fracasso. Há somente resultados. Esta crença é quase um corolário do número um, e é também importante em si mesma. Muitas pessoas em nossa cultura foram programadas para temer essa coisa chamada fracasso. No entanto, todos nós podemos pensar em ocasiões em que quisemos uma coisa e conseguimos outra. Fomos todos reprovados num teste, sofremos por um romance frustrante que não deu certo, montamos um plano de negócios para ver tudo sair errado.
Usei as palavras "efeito" e "resultados" porque é o que as pessoas bem-sucedidas vêem. Elas não vêem fracasso. Não acreditam nele. Isso não conta. As pessoas sempre conseguem alcançar algum tipo de resultado.
Os supersucessos de nossa cultura não são pessoas que não falham, mas simplesmente pessoas que sabem que se tentarem alguma coisa e não obtiverem o resultado desejado, pelo menos tiveram uma experiência de aprendizado. Elas usam o que aprenderam e tentam alguma outra coisa. Tomam algumas novas medidas e produzem alguns novos resultados.
Pense nisso. Qual é o único item, o único benefício que você tem hoje, a mais que ontem? .A resposta, claro, é experiência. Pessoas que temem o fracasso fazem com antecedência representações internas do que poderá não funcionar. É isso que não lhes permite tomar a única medida que poderia assegurar o cumprimento de seus desejos. Você tem medo de fracasso? Bem, como se sente sobre o aprendizado? Você pode aprender com cada experiência humana e pode, por meio disso, ter sucesso em qualquer coisa que faça...
CRENÇA 3: Qualquer coisa que aconteça, assuma a responsabilidade. Outro atributo que os grandes líderes e realizadores têm em comum é que operam a partir da crença de que criaram o mundo deles. A frase que ouvirá com freqüência é: "Sou responsável. Cuidarei disso" .
Não é coincidência você ouvir o mesmo ponto de vista muitas vezes. Os realizadores tendem a acreditar que, não importa o que aconteça, seja bom ou mau, eles o criaram. Se não realizaram isso com suas ações físicas, talvez o fizeram pelo nível e teor de seus pensamentos. Agora, não sei se isso é verdade. Nenhum cientista pode provar que seus pensamentos criaram nossa realidade. Mas é uma mentira útil. É uma crença fortalecedora. Por isso prefiro acreditar nela. Acredito que geramos nossas experiências na vida, seja por comportamento ou pensamentos, e que podemos aprender com to- das elas.
Se você não acredita que está criando o seu mundo, sejam seus sucessos ou fracassos, então está à mercê das circunstâncias. As coisas simplesmente acontecem com você. Você é um objeto, não um sujeito Deixe-me contar-lhe: se eu tivesse essa crença, partiria ago- ra e procuraria outra cultura, outro mundo, outro planeta. Por que ficar aqui se você é só o produto de forças externas do acaso?!.
Assumir responsabilidade é, em minha opinião, uma das melhores medidas do poder e maturidade de uma pessoa. É também um exemplo de crença apoiando outras crenças, de capacidade sinergética de um sistema coerente de crenças. Se você não acredita em fracasso, se sabe que atingirá seu efeito, não tem nada a perder e tudo a ganhar, assumindo responsabilidade. Se você estiver no controle, terá sucesso...
CRENÇA 4: Não é necessário entender tudo para ser capaz de usar tudo. Muitas pessoas bem-sucedidas vivem pela crença útil de outras. Elas não acreditam que precisam saber tudo sobre tudo, a fim de usá-las. Sabem como usar o que é essencial, sem sentir necessidade de aprofundar-se em cada detalhe. Se você estudar pessoas que estão com poder, descobrirá que têm um conhecimento elaborado sobre uma porção de coisas, mas freqüentemente têm pouco domínio de todo e cada detalhe de seu empreendimento...
CRENÇA 5: As pessoas são os seus maiores recursos. Indivíduos de excelência, isto é, pessoas que conseguem resultados notáveis, quase universalmente têm um tremendo senso de respeito e apreciação pelas pessoas. Têm um senso de equipe, de interesse comum e unida de. Se há alguma perspicácia no conteúdo da nova geração de livros sobre negócios, como Innovation and Entrepreneurship, In Searc of Excellence, ou The One Minute Manager, é que não há sucesso duradouro sem relação entre as pessoas, e que a maneira de ser bem sucedido é formar uma equipe de sucesso que esteja trabalhando junto. Todos nós vimos relatórios sobre fábricas japonesas, onde trabalhadores e diretoria fazem as refeições no mesmo refeitório e o de ambos se entrosam para avaliar desempenhos. Seus sucessos refletem as maravilhas que podem ser realizadas quando respeitam as pessoas, em vez de tentar manipulá-las...
CRENÇA 6: Trabalho é prazer. Você conhece alguma pessoa que teve grande sucesso, fazendo o que odeia? Eu não. Uma das regras do sucesso é fazer um casamento bem-sucedido com aquilo que se gosta...
CRENÇA 7: Não há sucesso permanente sem confiança. Indivíduos que têm sucesso, têm crença no poder da confiança. Se há uma única crença que parece quase inseparável do sucesso é a de que não há grande sucesso sem grande confiança. Se você olhar para as mais bem-sucedidas pessoas em qualquer campo, descobrirá que não são necessariamente as melhores e as mais brilhantes, as mais rápidas e as mais fortes. Descobrirá que são aquelas com a maior confiança em si mesmas...
Do livro: Poder sem Limites - O Caminho do Sucesso Pessoal pela Programação Neurolingüística, de Anthony Robbins
Padrões de comunicação
COMO SÃO IDENTIFICADOS OS PADRÕES DE COMUNICAÇÃO?
Quando estamos interagindo com o mundo formam-se dentro do cérebro "blocos" de imagens, sons, sensações e sentimentos, cheiros e gostos, conforme cada experiência, a cada instante, têm-se uma seqüência sensorial correspondente. O bloco sensorial percebido passa pelas restrições neurológicas, sociais e individuais e pelos mecanismos da generalização, eliminação e distorção, e se transforma na nossa memória. Esse registro cerebral é que determina como atuamos no mundo, se vamos agir com excelência ou não na nossa vida. O nosso registro cerebral contém todos os parâmetros sensoriais de uma experiência armazenados, porém temos mais consciência de um ou dois desses parâmetros.
COMO IDENTIFICAR O PARÂMETRO SENSORIAL PREDOMINANTE?
Algumas pessoas são predominantemente visuais, percebem mais as imagens. Outras são mais direcionadas para o canal auditivo, dão maior ênfase aos sons e as palavras em todas as experiências cotidianas. E pessoas predominantemente cinestésicas, têm o foco de percepção nas sensações táteis, como também no gosto quando houver algo a ser degustado, e nos cheiros percebidos em cada situação. A nossa comunicação verbal - as palavras - e a não verbal - tom e velocidade da fala, gestos, posicionamento do corpo, respiração, movimento ocular e expressão do rosto - adquirem características próprias relacionadas ao parâmetro sensorial mais utilizado. A identificação do canal sensorial predominante pode ser feita tanto na linguagem verbal como na linguagem não verbal.
Nas três cenas o Bangrin mostrou através da linguagem verbal, da posição do corpo e dos gestos qual era o seu parâmetro sensorial predominante. Na primeira cena ele estava representando a predominância visual, ele demonstrou estar mais consciente das imagens. Depois o Bangrin estava mais direcionado para o canal auditivo, dando maior ênfase aos sons percebidos durante o passeio. E na terceira cena ele mostrou estar percebendo mais as sensações físicas no passeio de barco.
Artigo retirado do site: apoie.org
Inteligência emocional
Vencendo medos perceptivos
Lições de uma montanha-russa
A situação era peculiar: do lado de fora de um parque de diversões, eu olhava a montanha-russa: um carrinho estava subindo, lentamente. Ele fez a curva ao final da subida e, ainda bem lentamente, foi se movendo em direção à próxima curva. Ao fazer esta, o carrinho despencou, as pessoas gritaram e foi então que senti o maior frio na barriga. Estranhei, porque eu estava com os pés firmes no chão, como é que podia estar reagindo ao que estava acontecendo a 50 metros com outras pessoas? Investigando meus processos mentais e minha percepção, achei uma possibilidade de explicação para o fato, bolei uma solução, testei-a e na mesma hora passou o efeito. Essa solução, que testei em outras situações semelhantes, é o que descrevo aqui.
Fundamentos:
Entender o que fiz requer saber duas coisas sobre o funcionamento da nossa inteligência: os modelos mentais e a dinãmica da atenção.
O primeiro fato é que não operamos diretamente no mundo, e sim a partir das percepções que temos do mundo e o que fazemos com essas percepções, que compõem os nossos modelos mentais. Sem modelos mentais não poderíamos fazer nada; tente por exemplo tomar uma decisão qualquer só com o que você percebe no presente. Mesmo se for saciar uma simples sede, você precisa ter um modelo mental da sua casa ou do ambiente em que está e das opções potáveis que existem. Quando não tem, sai procurando (talvez e somente se a sede for suficientemente intensa!). Se é uma decisão de maior impacto, como casar-se, você precisa ter um modelo mental atraente da futura vida, ou certamente não se casará, a menos que obrigado, seja por si mesmo ou por outras pessoas.
O outro aspecto da inteligência é a dinâmica da atenção e da percepção. Agora o foco de sua atenção está neste escrito, mais especificamente nesta palavra, agora nesta, agora nesta, e neste exato momento nesta... Ou seja, sua atenção segue um fluxo no tempo. Esse fluxo pode ser mais ou menos estruturado. Quando lê, por exemplo, sua atenção é conduzida pelo nosso padrão de escrever de cima para baixo e da esquerda para a direita e é estruturada. Quem está dirigindo um automóvel pode ter a atenção estruturada ou reativa. Se o motorista segue um padrão de olhar para a frente e de vez em quando olhar os retrovisores, seu fluxo de atenção é estruturado. Quando vê um pedestre em situação perigosa, a tendência é concentrar a atenção nele e esquecê-lo assim que não for mais importante, o que caracteriza direcionamento reativo da atenção. Dirigir é uma combinação de direcionamento estruturado e reativo, como você pode notar. Outra possibilidade para o direcionamento da atenção é a escolha pura e simples. Por exemplo, você pode prestar atenção em qualquer parte deste texto, a qualquer momento, nada lhe prende ou limita exceto sua decisão de fazê-lo ou não.
A realidade via de regra proporciona muitos estímulos visíveis, audíveis e sensíveis, alguns dos quais podemos ignorar e outros não. A percepção de um ser inteligente, portanto, deve se alternar um bocado no dia-a-dia. Se você ao ler isto ouvir um barulho, sua atenção naturalmente vai se desviar por um momento para interpretar o estímulo e avaliá-lo, porque pode ser uma explosão ou outra ameaça ou simplesmente por curiosidade. O processamento dos estímulos que nos chegam pode ser inconsciente, isto é, nossa mente pode filtrar os estímulos que chegam ao consciente, só deixando chegar a nós os importantes. Isso tem características de habilidade, é aprendida e amadurecida, podendo ser treinada intencionalmente.
A característica dinâmica da atenção tem várias implicações. Por exemplo, pessoas que reagem a qualquer estímulo em geral, sem filtros de importância treinados, podem ter dificuldades de concentração em ambientes ruidosos. Já fiz e já vi outras pessoas saírem do foco e não perceberem: você está falando com ela e de repente ela vê algo e faz um comentário estranho à conversa, como se nada mais estivesse acontecendo. O nosso próprio nome é um estímulo ao qual dificilmente deixamos de responder desviando a atenção; também já vi um educador usar o nome da pessoa com freqüência ao falar com ela, o que suponho que seja uma forma de prender a atenção da pessoa.
O fluxo de atenção por si também é muito, muito importante, porque há um bocado de coisas que acontecem no nível inconsciente, como por exemplo sentir os pés no chão e perceber tensões no corpo, entre outras. Para verificar isso, dê uma geral no seu corpo procurando por alguma parte tensa. Muitas pessoas não incluem, por exemplo, a testa no seu fluxo de atenção, e nem percebem que a franzem quando falam ou cantam. Esse fluxo da atenção é extremamente rápido, e às vezes só notamos quando ele não acontece, como quando estamos tão ligados em algo interessante que esquecemos todo o resto.
Ambos, modelos mentais e atenção são processos, e por isso não são ruins, bons nem algo entre esses extremos; são como ferramentas cuja utilidade depende da forma como são usadas. Os dois trabalham juntos para formar nossa percepção, como os pólos de um imâ, e isso tem várias utilidades. É por meio deles que conseguimos, por exemplo, nos colocar no lugar do outro e ver do ponto de vista dele, o que é chamado na PNL de posição perceptiva. Note a combinação desses dois recursos ao assistirmos um bom filme. “Entramos” no filme e passamos a viver dentro do modelo mental do filme. Para conseguirmos isso, temos que deixar de prestar atenção no nosso próprio corpo e no ambiente. Experimente assistir a um filme notando de vez em quando onde está. Acredito que foi por isso que um filme do Arnold Schwarzenegger fracassou, um que seu personagem saía de uma tela de cinema e ia para a “realidade”: os espectadores eram lembrados de que estavam em um cinema, “desligando” o modelo mental do filme.
O problema compreendido e solucionado:
Foi com base nessas compreensões que eu pude entender como conseguia sentir frio na barriga apenas olhando a montanha-russa, e o sucesso da minha intervenção sustenta sua validade. Descrevendo passo a passo, eu percebi que tinha feito o seguinte:
- Olhei a montanha-russa, com foco no carrinho.
- Quando ele começou a descida, eu me coloquei na posição perceptiva de estar dentro do carrinho. Ao fazer isso, mesmo que por um segundo, o fluxo de minha atenção deixou de passar pelo meu corpo e qualquer outra coisa, e o modelo mental pareceu real naquele momento
- Reagi à "realidade" do meu cenário interno do momento com uma reação semelhante à que teria se estivesse realmente acontecendo.
Devo fazer isso muito bem, porque comecei a ver o que eu veria, ouvir o que ouviria e sentir o que eu realmente sentiria se estivesse lá, apenas com menor intensidade. Uma habilidade desenvolvida, creio eu, daquelas que não se sabe quando foi aprendida.
Pensei então: se enquanto eu olho o carrinho eu mantiver minha referência de realidade direcionando a atenção para o contato dos pés com o chão, o frio não vai acontecer. Fiz isso e foi um sucesso imediato, não tive mais qualquer sensação incômoda.
Posteriormente teste novamente essa estratégia em um lugar alto, com o mesmo bom resultados. Para mim foi muito útil: imagine o que senti, com essa habilidade antes inconsciente de entrar em uma posição perceptiva, ao assistir um documentário de meia hora sobre escaladores de prédios!
Caminhos:
Caso você tenha medos e frios na barriga ou em outros lugares e quiser experimentar o que fiz, há pelo menos dois caminhos. Um é esperar acontecer e conscientemente direcionar a atenção de vez em quando para as sensações nos pés ou alguma outra do momento presente. Outra é praticar essa estratégia em um contexto de treinamento e transformá-la em habilidade ou até reflexo. Para isso basta você simular situações variadas. Como você viu, com a nossa capacidade de simular realidades alternativas, você pode fazer de conta que está no Everest e treinar lá – sem sair de casa.
Eu só não recomendo você transformar isso em reflexo condicionado, porque vai ter momentos em que você talvez queira ter a opção de poder entrar em uma realidade paralela, como ao assistir um filme ou ler um bom romance. Afinal, queremos não reduzir nossas possibilidades, e sim expandi-las.
Créditos: Virgílio Vasconcelos Vilela
Novo layout PNLBR
Olá pessoal, resolvemos da uma atualizada no blog aproveitamos e mudamos nosso layout, agora sim tudo a ver com o nosso astral, ânimo novo e blog de cara nova. Sejam bem-vindos a nova versão, espero que vocês gostem.
Grande abraço!
Visualização Criativa
VISUALIZAÇÃO CRIATIVAA capacidade de criar imagens mentais nítidas é uma das chaves para o sucesso no controle mental. A visualização mental mostra ao seu incosnciente o que você deseja que ele faça.
É como dizer para ele: “Está vendo esta imagem? É isto que desejo”.
Um comerciante visualizará a si mesmo fazendo bons negócios.
Uma pessoa que deseja falar em público visualizará a si própria diante
de uma platéia.
Possuímos a capacidade de visualizar mentalmente qualquer coisa.
Você pode melhorar muito esta capacidade através de exercícios.
Por exemplo: em vez de visualizar em preto e branco poderá visualizar colorido.
Em vez de visualizar vendo-se à distância, poderá mergulhar na cena e envolver-se nela.
Com a prática cenas detalhadas e mais intensas podem ser obtidas.
VISUALIZAÇÃO MENTAL NO CONTROLE MENTAL
Vantagens:
- Aumentar o grau de concentração e percepção. Você desenvolve os sentidos permitindo uma assimilação mais rica pelo cérebro.
- Aprender a excluir o que considera ruim e substituir por imagens positivas.
Exemplo: excluir do cérebro sua auto-imagem negativa e visualizar uma nova imagem positiva.
- Estabelecer um elo de ligação mais forte entre o consciente e o inconsciente. O cérebro processa melhor imagens do que pensamentos.
- Aprimorar-se por imitação. Primeiro você visualiza o que deseja depois imita o que visualizou. Exemplo: visualizar-se dirigindo um carro, depois dirigir o carro de fato. Os simuladores usados pelas auto-escolas, na aviação e pelos astronautas usam o princípio da visualização / imitação.
- Diminuir as chances de erros. Muitos atletas usam a visualização para melhorar o desempenho. O campeão americano de golfe, Jack Niklaus, afirma em seu livro “Golfe do meu jeito”, que usa a técnica da visualização para melhorar o rendimento. Ele imagina detalhadamente todo tipo de jogada com os tacos.
- Ganhar energia extra. Atletas vêem filmes reais gravados, de suas próprias atuações bem sucedidas, antes de competir, o que garante energia extra e autoconfiança. Filmes mentais fazem o mesmo efeito.
- Neuróbica: os exercícios para o cérebro são chamados de neuróbica. Visualizar é um excelente exercício, pois fortalece a rede de neurônios e conseqüentemente a memória e a concentração.
- Diminuir a ansiedade e controlar as emoções. Ao visualizar você se familiariza com a situação futura e pode controlar melhor as emoções.
A programação da mente funciona de forma semelhante à programação de um computador.
Você precisa ter um bom programa, aprender a usar a linguagem dele e instalar o programa no computador. O cérebro usa a linguagem das imagens e você precisa dominar esta linguagem.
Ao se programar você precisará visualizar o que deseja realizar. Quanto mais próximo da realidade for a imagem visualizada, tanto mais eficaz será a programação na memória.
Controle sua ansiedade
Você fechará seus olhos, deverá seguir de olhos fechados até que você termine.
Sempre de olhos fechados vais tomar ar lentamente pelo nariz, segurando o ar por 3 segundos e expulsando-o sem pressa... Devagar... Deverá ser assim, olhos fechados, tomando e expulsando ar sem pressa.
Repita mentalmente a cada inspiração:
Que paz, que tranqüilidade, que segurança.
O medo se afasta a cada inspiração cada vez mais e mais.
Faça até perceber que você está no controle.
Não consegue parar de pensar?
Imagine um saco de gelo na sua cabeça. Agora visualize mentalmente seu cérebro congelando como se tivesse colocando gelo em uma parte fraturada.
Permita sentir o gelo na sua cabeça envolvendo cada vez mais.
Depois de 1 minuto poderá abrir os olhos, sua mente e seus pensamentos se tornarão muito lentos.
Faça e me diga.
Permita sentir o gelo na sua cabeça envolvendo cada vez mais.
Depois de 1 minuto poderá abrir os olhos, sua mente e seus pensamentos se tornarão muito lentos.
Faça e me diga.
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Como você enxerga o mundo
Em geral projetamos o mundo de uma forma bastante particular e egoísta onde vemos apenas aquilo que queremos. Isso não é um problema só meu ou só seu, atinge a grande maioria das pessoas e a razão é bem simples: ao longo de nossas vidas vamos criando mapas e filtros que serão utilizados em nosso dia a dia e vão influenciar de alguma forma o nosso destino porque alteram a nossa percepção e ações hoje. Muito complicado? Então vamos a alguns exemplos.
Normalmente quando criança os nossos pais falam para não pegar no dinheiro porque DINHEIRO É SUJO (quem não ouviu esta frase que atire a primeira pedra). De alguma forma o seu cérebro vai armazenar esta informação (FILTRO) e passará a criar ações ou rotas (MAPAS) que vão te direcionar a um procedimento pré-estabelecido. Pense em você e uma criança olhando para um cachorro dentro de um carro de polícia, certamente você entenderia que aquele cão é um auxiliar do policial e a criança pode entender que ele (o cão) está preso, pois o seu filtro lhe diz que se alguém está no carro de polícia é porque fez algo errado. Nossas crenças, valores, expectativas, experiências vividas, interesses e valores são filtros que inconscientemente ligamos e desligamos a cada momento do nosso dia e a partir daí criamos aquele que seria o nosso mundo particular. Tudo isso não é um jogo de certo ou errado, mas é importante que você seja mais flexível e enxergue o mundo sob o ponto de vista de outras pessoas. Você só tem a ganhar!
Suas crenças geram os SEUS comportamentos e estes influenciam os SEUS resultados. Lembra do exemplo do dinheiro sujo? Cada um de nós lê o mundo do seu jeito e isso se reflete no seu comportamento e lembre-se que aquele que é mais flexível tem mais opções que o que é rígido e só tem uma opção. De uma forma ou de outra somos influenciados por falta de informação, pensamentos generalizados e distorções, tudo isso gerará o nosso mapa do mundo cuja realidade é bastante diferente da nossa. A forma mais adequada de se tratar estas situações é mudar seu foco, ficar se preocupando com os erros não vai te levar a lugar algum e só vai te deixar olhando para trás e para os problemas. Você de ter seu foca no futuro e na solução dos problemas. Lembre-se que você já foi criança e você já caiu várias vezes, porém sem saber nada sobre motivação, mapas ou filtros, você se levantou e continuou a sua caminhada. Foi ou não desse jeito? Então porque agora você vai deixar os SEUS filtros te impedirem de caminhar?
Pense nisso e crie soluções!
Créditos: Natanael G. Filho
PNL "Padrão do arrependimento"
Esta rotina é infalível.. usem quando a HB mandar todos os IDIs, e se fazer de difícil no Kiss Close (com kino e tom de voz adequado):
Pua: -Fulana, ARREPENDIMENTO é um saco né?
-Pensa bem... amanhã, ou depois, tu, falando pra tua amiga: ai guria, acho que devia ter ficado com o SAAM sabia (poem levemente os dedos na testa, fazendo NAO com a cabeça, se arrependendo)..
-Po, me senti TOTALMENTE ATRAIDA amiga, mas resolvi me fazer, sei laaaa......
Pua: -E depois fulana, imagina quando chegar em ti aqueles guris chatos, sem tempero nenhum(apontando pra diagonal, pra cima, fazendo NAO com a cabeça)... e o ARREPENDIMENTO vindo novamente, aiii, devia ter ficado com o SAAM (aponta pra ti mesmo, sorrindo).....
-Já pensasse? ia ser a pior coisa................
- ( fale agora perto do ouvido) Pois eu sou daquelas pessoas que não vive o ontem, nem o amanhã, mas o AGORA!!!
E tu??
Dê um tempo para ela pensar... e finalize com o KC.
KC (Kiss Close): BEIJO
HB: MULHER
PUA: ARTISTA DA SEDUÇÃO
IDIs: INDICADORES DE INTERESSE
KINO: TOCAR A GAROTA
NOME SAAM FOI APENAS UM EXEMPLO TROQUE PELO O SEU.
Créditos: DonConejo
O poder das palavras
Um orador fala do poder do pensamento positivo e das palavras.
Um participante levanta a mão e diz:
"Não é porque eu vou dizer felicidade, felicidade, felicidade! que me irei sentir melhor e não é porque eu vou dizer desgraça, desgraça, desgraça! que me irei sentir menos bem: não são mais que palavras. As palavras são isso mesmo, sem poder..."
O orador responde:
"Cale-se, seu idiota, é incapaz de compreender o que quer que seja!"
O participante está paralisado, ele muda de cor e prepara-se para replicar agressivamente: "Você, espécie de..."
O orador levanta a mão: "Peço que me desculpe. Eu não quero magoar. Peço que aceite as minhas sinceras desculpas."
O participante acalma-se.
Os outros participantes murmuram e há agitação na sala.
O orador intervém:
"Têm a resposta à questão que puseram: algumas palavras desencadeiam dentro de voces raiva e cólera. Outras acalmam. Compreendem melhor o poder das palavras?"
Ao invés de dizer:
Mas que merda diga Mas que coisa.
Eu odeio diga Eu prefiro outro.
Fui rejeitado diga Fui mal compreendido.
Estou morto de fome diga Estou com um pouco de fome.
Tudo bom diga Tudo ótimo.
Isso é mentira diga Isso está longe da realidade.
Estou doente diga Estou purificando.
Me sinto mais ou menos diga Já já me sentirei muito bem.
Vou para o trabalho diga Vou festar(trabalhar).
Estou indignado diga Estou surpreso.
Citei alguns atenuadores, ou seja, palavras que amortecem os sentimentos ruins.
Agora citarei algumas palavras intensificadoras
Bom para Excelente.
Confiante para Absolutamente Corajoso.
Sortudo para Abençoado por Deus.
Alegre para Explodindo de Felicidade.
Calmo para Totalmente Equilibrado.
Determinado para Altamente Persistente.
Problema para Desafio.
Ciumento para Transbordando de amor.
A PSICOLOGIA DO DINHEIRO, PROSPERIDADE E ABUNDÂNCIA
Se você tem crenças limitantes sobre dinheiro a nível inconsciente, será difícil alterar as limitações financeiras porque a sua mente inconsciente irá obstruir seus esforços para ter sucesso. Esse é o motivo pelo qual algumas pessoas acabam vivendo de contracheque a contracheque toda a vida – em algum nível elas não acreditam que são capazes de fazer melhor.
Ainda que exista uma intenção positiva por detrás das suas barreiras financeiras, muitas pessoas não identificam quais são estas intenções. Também existem aqueles que sabem qual é a intenção positiva em algum nível, mas mesmo assim ainda não sabem como ultrapassar esses obstáculos.
Muitas pessoas a nível consciente pensam que estão fazendo todo o possível para atingir seus objetivos. Entretanto, ainda existem algumas partes do inconsciente que não acreditam que elas possam obter sucesso. Quanto mais a pessoa evita esta parte inconsciente, mais obstáculos continuarão a aparecer no seu dia a dia. Esta é o modo da mente trabalhar.
Por exemplo, pense numa pessoa que você conhece e que lê todos os livros sobre ‘pense e fique rico’, comparece a seminários financeiros, faz afirmações diariamente e ainda tem problemas de dinheiro. Todas essas coisas que ele está fazendo são válidas, mas, muitas vezes, não chegam até o "âmago" do seu problema que normalmente envolve algum tipo de crença limitante.
As pessoas têm crenças muito diferentes sobre dinheiro. Algumas das mais comuns são:
Você precisa de dinheiro para ganhar dinheiro.
Eu não tenho suficiente dinheiro para fazer planos.
Estou muito velho, não sei o que fazer.
Se eu invisto, com certeza o mercado vai cair.
Finanças são muito complicadas.
Todas essas são crenças de causa–efeito, as quais realmente têm pouco a fazer para alcançar a abundância. Esse tipo de crença limita a pessoa porque ela está procurando por respostas fora dela, quando na realidade a chave para a prosperidade existe dentro dela mesmo.
Abundância não é o que a pessoa tem. É um estado da mente. Muitas pessoas que têm sucesso na vida no aspecto financeiro, freqüentemente têm crenças positivas sobre prosperidade e abundância. Quando a pessoa entende e se desloca do campo da causa e efeito para o da idéia do "O que é possível?" no seu mundo, ela se desloca para um nível totalmente diferente, que afinal das contas é mais gratificante porque ela está expandindo seus contextos mentais sobre o dinheiro.
Muitas pessoas, ao invés de se concentrarem no que é possível, perdem muito tempo pensando sobre o que elas não têm. Um padrão interessante se desenvolve no qual elas se tornam furiosas e ressentidas sobre a sua situação, o que cria mais limitações e barreiras nas suas vidas. É muito mais fácil prosperar na vida quando você vem de um estado sereno da mente versus um contexto furioso e ressentido. O primeiro passo para ajudar uma pessoa é explorar a natureza do seu problema.
Por exemplo, a pessoa pode ter tido pais que viveram na pobreza e por isso formaram uma mentalidade da "era da Depressão." Por essa razão, ela desenvolve uma crença inconsciente que sempre terá problemas financeiros porque foi isso que seus pais tiveram. Ou ela pode ter tido um pai que lhe disse repetidas vezes que eles nunca mais terão esse problema e, eventualmente, ela começa a acreditar.
É muito comum a criança formar inconscientemente crenças limitantes sobre o dinheiro desde a infância. Esses tipos de crença limitantes são apresentados como "imprints" na PNL. Um imprint é basicamente uma memória que é formada numa idade inicial, e pode servir como origem tanto para a crença limitante como para a crença fortalecedora que nós formamos quando crianças.
Algumas das crenças que nós podemos desenvolver na infância não são sempre saudáveis, e são criadas como um resultado de uma experiência traumática ou confusa que nós esquecemos. A maneira como nós, consciente ou inconscientemente, vemos o mundo em termos de dinheiro é geralmente baseada em tais crenças.
Identificar as nossas crenças limitantes é o primeiro passo. Uma vez tenhamos identificado o que algumas destas crenças/imprints encobrem, você pode usar diferentes técnicas da PNL para mudar completamente estes obstáculos, permitindo assim que você veja e experimente todas as oportunidades financeiras que, normalmente, estão a sua disposição.
Crenças sobre as possibilidades
A principal diferença psicológica entre aqueles que se saem bem financeiramente e aqueles que não conseguem, gira em torno das crenças sobre possibilidades. Por exemplo, muitas pessoas nem enxergam o sucesso financeiro como uma opção. Elas não têm a capacidade de explorar todas as possibilidades que estão a sua disposição para alcançar a abundância.
Muitas vezes elas ficam presas na rotina do dia a dia e não têm vontade para assumir riscos ou tentar algo diferente porque têm medo de acabar pior do que está. O que essas pessoas não se dão conta é que é comum ter que dar um passo para trás para poder avançar.
Muitos milionários que quebraram em algum momento das suas vidas, conseguem depois, num curto período, virar completamente para melhor a sua situação financeira. Além disso, eles fazem isso acreditando que o seu novo negócio vai crescer de tal forma que logo estarão ganhando um belo salário além de um considerável lucro.
Nem todo mundo precisa assumir riscos ou dar um passo para trás para conseguir avançar, porém é importante você conscientemente explorar a idéia do que é possível para você. Para adotar essa idéia, primeiro você deve ter a habilidade para mudar a sua rotina diária fazendo alguma coisa diferente. Isso inclui aprender a enxergar o mundo através dos olhos da prosperidade e da abundância, ao invés da carência e da pobreza.
Tente isso por um momento:
Pense sobre alguma coisa que você quer e sobre todas as possibilidades que você tem para alcançá-la. Pergunte a você "Isso é possível?"
Agora tente algo diferente.
Pense sobre alguma coisa que você não tem, mas que gostaria de ter. Pense sobre por que você não a tem e como você tem vontade de ter isso.
Observe qual delas o faz sentir melhor.
Espero que a primeira afirmação feita tenha feito você se sentir melhor porque ela foi planejada para expandir os contextos inconscientes e conscientes em torno da prosperidade e da abundância. É surpreendente o que pode acontecer a uma pessoa uma vez que tenha mudado a sua atitude e crenças sobre as possibilidades. A pessoa começa a ver resultados quase instantaneamente. As mudanças a princípio podem ser pequenas, mas enquanto ela continuar a adotar a sua nova maneira de pensar, um mundo mágico se torna acessível para ela.
Por exemplo, muitos anos atrás um número de vietnamitas "que moravam em barcos" imigrou para os Estados Unidos. Muitos americanos ficaram preocupados sobre o impacto que isso poderia criar no serviço de saúde e nos outros serviços do governo como resultado da entrada dessas pessoas no país. Foi muito interessante pois muitos dos vietnamitas que iniciaram seus próprios negócios, se deram extremamente bem. Por que isto ocorreu?
Uma resposta óbvia pode ser porque os vietnamitas vieram de um país onde se você diz a coisa errada, você pode ser morto. Então eles vieram para os Estados Unidos onde a pior coisa que poderia acontecer era alguém telefonar e reclamar de uma conta que não tinha sido paga.
Se você vem de um mundo onde a morte é uma realidade de instante a instante para um lugar onde as opções são intermináveis, então não há razão para não tentar tudo. Ao invés de ficarem tristes por terem de abandonar seu país, eles estavam agradecidos por estarem vivos. Ao invés de ficarem de mau humor e com pena deles mesmos, muitos adotaram uma atitude criativa que girava em torno da pergunta "O que é possível?"
Quando eles chegaram aqui, moravam duas ou três famílias vietnamitas num lugar exíguo. Eles saíam e conseguiam trabalho ganhando salário mínimo e reuniam todo o dinheiro que ganhavam. Quando conseguiam juntar dinheiro suficiente, compravam um negócio e toda a família trabalhava junto. Quando o negócio começava a ter sucesso, eles compravam um imóvel. Depois compravam outro, e assim iam.
Para esses vietnamitas, sucesso foi uma afirmação do que é possível, porque tudo era possível para eles. Eles estavam dispostos a sofrer por um tempo para atingir o objetivo de longo prazo de abundância e prosperidade. Era simplesmente uma questão do nível de prioridade e de como eles categorizavam as diferentes possibilidades. As pessoas podem fazer qualquer coisa que elas querem. A pergunta é: o que elas estão dispostas a fazer para conseguir realizar o seu objetivo?
Paciência é uma virtude
É muito comum para a maioria das pessoas na Alemanha poupar dinheiro para pagar a vista uma compra que querem fazer. Na Alemanha, a única dívida que muitos têm é a hipoteca de suas casas e o que devem da compra do carro. Em outros países é comum a pessoa abusar dos cartões de crédito e ficar com grandes dívidas além do tradicional casa e carro.
Muitos alemães ficam felizes ao pouparem para algo especial, porque aguardam com interesse a recompensa que terão ao obterem o que querem. E tão logo a obtenham, começam imediatamente a poupar para o seu próximo item ou para uma viagem de férias.
É interessante como os alemães têm essa habilidade de postergar a gratificação instantânea que um débito no cartão pode trazer. É com expectativa e excitamento que aguardam o dia em que terão o que querem. Eles não se lamentam nem por um minuto de que são obrigados a deixar de lado o dinheiro para alcançar a sua próxima meta. Ao contrário, eles se concentram em como são agradecidos pelo que têm, e aguardam com paciência para conseguir o que querem.
A capacidade para postergar a gratificação é uma habilidade de mestre, um triunfo do cérebro racional sobre o impulsivo, de acordo com Daniel Goleman, Ph.D., que escreveu o livroInteligência Emocional. O autor conclui que as pessoas, que são capazes de exercitar a paciência ao postergar a gratificação, estão mais propensas a ter sucesso na vida.
Goleman documenta um estudo que foi realizado nos anos 60 no qual um pesquisador convida crianças para uma sala comum, uma a uma, e dá a cada uma um marshmallow. "Você pode ter esse marshmallow agora," diz ele, "mas se você esperar um pouco enquanto eu saio por um momento, quando eu voltar eu trago outro marshmallow." E depois disso ele sai.
Aparentemente, algumas crianças pegam imediatamente o marshmallow e outras esperam alguns minutos antes de caírem em tentação. Mas outras estão determinadas a esperar. Elas fecham os olhos, cantam, abaixam a cabeça, jogam algum jogo ou mesmo adormecem. Fazem qualquer coisa para resistir. Quando o pesquisador retorna, ele dá o segundo marshmallow que elas ganharam.
Uma pesquisa com os pais das crianças e com os professores descobriu que aquelas que, com quatro anos de idade, tiveram a capacidade de resistir esperando pelo segundo marshmallow, geralmente crescem sendo mais ajustadas, mais populares, intrépidas, confiantes e adolescentes mais seguros.
De acordo com Goleman, é conclusiva a evidência de que a paciência parece desempenhar o papel principal no sucesso de muita gente. A capacidade de resistir ao impulso pode ser desenvolvida através da prática.
Quando você se deparar com uma tentação imediata, como gastar dinheiro com algo que você realmente não precisa, lembre-se das suas metas financeiras de longo prazo. Ressignifique a sua atual situação financeira ao perceber que você está poupando realmente para um futuro abundante.
Se as pessoas estiveram dispostas a sofrer um pouco por gastar menos porque poderão investir essas economias mais tarde, então elas estão no caminho certo para atingir a prosperidade.
Abundância é um estado da mente
Muitas vezes as pessoas confundem quem são com quanto dinheiro ganham. Quer alguém ganhe um milhão de dólares por ano ou apenas quinze mil, cada um ainda tem capacidade de atingir um certo grau de abundância na sua vida.
Por exemplo, quando os nazistas ocuparam a Alemanha, existiam pessoas muito ricas na sociedade que tiveram suas vidas dilaceradas e que terminaram nos campos de concentração. Viktor E. Frankle e Anne Frank estavam numa situação de extrema pobreza, mas ainda assim tiveram uma vida abundante.
Viktor E. Frankle, no livro "Man’s in Search for Meaning", diz que uma coisa que a pessoa tem e que nunca pode lhe ser roubada é a sua atitude.
"Nós que vivemos nos campos de concentração podemos nos lembrar dos homens que caminhavam pelos barracões confortando os outros, dando-lhes o seu último pedaço de pão. Eles podiam ser poucos em quantidade, mas ofereciam prova suficiente de que tudo pode ser retirado de um homem, menos uma coisa: a sua última liberdade. Escolher a sua própria atitude em qualquer situação, é escolher o seu próprio caminho."
Frankle, que era psicólogo, adotou uma atitude criativa que o ajudou a sobreviver ao pesadelo de um campo de concentração. Ele foi capaz de manifestar abundância interna exercendo seu direito de assim o fazer. Quando saiu, essa mesma atitude o conduziu para um caminho onde alcançou e viveu uma vida próspera.
Prosperidade, abundância e autovalor
Quando se pensa sobre prosperidade, é útil entender que é um recurso que flui através de nós. Nós somos um canal para a abundância. Logo que entendermos isso, começamos a identificar o fato de que somos nós mesmos que escolhemos como canalizar esse recurso. Viktor Frankle fez essa distinção no campo de concentração. Ele foi despojado de cada uma das suas possessões materiais, inclusive os sapatos. A única coisa que lhe restou, foi sua habilidade em acreditar em si mesmo e a abraçar a idéia que ele ainda era uma pessoa de bem, apesar do fato de terem lhe tirado tudo.
Isso é uma distinção importante a fazer, porque então ter dinheiro não é mais uma questão de autovalor. Dinheiro não determina quem você é; simplesmente é um recurso. Ter um forte juízo interno de si mesmo é que é verdadeiramente importante. Dinheiro é meramente um elemento externo. Assim que as pessoas param de comparar o seu autovalor com o dinheiro, as portas das possibilidades se abrem porque elas estão propensas a tentar outras coisas. Ao se sentirem bem com elas mesmas, elas ficam menos medrosas e estão abertas para tentar algo completamente diferente.
É só uma questão de dizer para si mesmo, "Aqui está o resultado que eu quero e existem diversas maneiras de alcançá-lo. Várias possibilidades. Se alguma não funcionar, então eu vou tentar uma outra."
E se a próxima não funcionar, é simplesmente um feedback que você precisa para tentar alguma outra coisa. Isso não significa que você é um fracassado ou uma pessoa desagradável. Simplesmente significa que existe algo lá fora que eventualmente funcionará e que este algo está fora de você. Você internamente ainda é a mesma pessoa.
Medir o autovalor de alguém somente pela quantidade de dinheiro que essa pessoa tem pode ser devastador. Por exemplo, esteve aqui uma mulher que tinha 17 milhões de dólares colocados em um "trust fund" pelos seus pais. Este fundo rendia pelo menos 800 mil dólares ao ano e duraria toda a sua vida. Essa pessoa encontrou sua identidade e seu autovalor no estilo de vida que levava e pela quantia que possuía. Por exemplo, certa vez ao sair para compras, ela gastou 18 mil dólares na seção de lingeries duma loja de departamentos.
A maior parte das ações que ela tomava quando se tratava de gastar grandes quantias de dinheiro eram resultado da comparação que ela fazia com sua irmã. A irmã estava na mesma situação; também tinha um "trust fund" que rendia muito. Entretanto, sua irmã nunca olhou para o dinheiro como um aspecto da sua identidade. Ela nunca determinou seu autovalor pela quantia que possuía.
Para ela, todo esse dinheiro significava que ela possuía algo para recorrer se lhe acontecesse um problema no futuro. Ela se casou e iniciou diversos negócios com seu marido. Foram extremamente bem sucedidos por seus próprios méritos e, depois de alguns anos, os rendimentos do "trust fund" dela se tornaram relativamente pequenos se comparados com os lucros gerados pelos negócios que eles tinham desenvolvido.
É interessante, pois a mulher que baseou a sua identidade e autovalor nos seus recursos financeiros, gastava grandes quantias de dinheiro para não ficar atrás da sua irmã. No fim ela quebrou. Esse é um exemplo extremo de alguém que mede o seu autovalor pela quantidade de dinheiro que tem.
A situação desta mulher se tornou mais complicada quando ela começou a se comparar com a irmã, o que também é uma afirmação sobre o seu autovalor. É comum uma pessoa comparar seu status financeiro com o de alguém e, lamentavelmente, essa é a origem de muitas angústias emocionais que as pessoas carregam. As pessoas têm a tendência de se compararem com os amigos, os colegas de trabalho, outros membros da família e muitos outros.
Quando as pessoas se comparam com alguém, o que estão fazendo é realmente um julgamento entre elas e a outra pessoa. Em algum nível, elas estão baseando sua identidade e autovalor em elementos externos.
Quando alguém decide se comparar e se julgar com menos freqüência, vai começar a notar mudanças surpreendentes na sua vida porque ele estará vendo a vida olhando de dentro para fora. Ele estará internamente referenciado, o que irá aumentar seu autovalor e sua identidade porque ele estará determinando quem ele é a partir do seu próprio coração. Ele não dará mais às outras pessoas a oportunidade de determinar quem ele é, porque ele já se conhecerá a um nível mais profundo e espiritual.
Quando uma pessoa se compara com outra, existe uma intenção positiva por trás do seu comportamento, mesmo que o comportamento possa aparentar ter menos recursos. Quando ela começa a entender estas intenções positivas e, muitas vezes, elas giram em torno do autovalor e da identidade, ela começará a curar a ferida inconsciente que está impedindo-a de alcançar a prosperidade e a abundância. De novo, é aí onde as crenças limitantes e os imprints entram em jogo.
A identidade de uma pessoa não é algo que acontece de repente como por encanto. É algo que a pessoa constrói com o tempo. Ela tem uma experiência e interpreta essa experiência no seu cérebro. Toma esta experiência, dá a ela algum nível de critério e a armazena. E em algum nível, ela diz "Eu me baseio nessa experiência". Ela tem outras experiências, empilhando uma em cima da outra. Muitas pessoas tendem a selecionar as negativas e descartar as positivas. Durante um tempo, a pessoa começa, de propósito, a empilhar numa direção e descarta tudo o mais. Nós somos as criaturas do descarte. A intenção positiva que está por trás da escolha pelo negativo é proteger a pessoa de ter novamente outra experiência negativa.
No fim, a pessoa também esquece de escolher o positivo. Ela necessita aprender a absorver todas as suas experiências positivas para manter o balanço. Quando uma pessoa traz para dentro de si todos os elementos positivos de uma experiência e remove as partes negativas, ela começa a perceber que a informação negativa não é sobre ela. Isso torna mais fácil aferrar-se a todos os aspectos positivos de uma situação, e integrá-los enquanto se livra do negativo.
Se livrar dos aspectos negativos de uma situação, enquanto integra os positivos, com o passar do tempo irá mudar de maneira dramática a situação financeira de uma pessoa porque ela começa a desenvolver um sentimento mais profundo do autovalor. Em vez de basear seu autovalor nos elementos externos de um contracheque, ela desenvolve um forte sentimento de autovalor que lhe dá coragem para tentar novas coisas e assim expandir suas oportunidades.
Por exemplo, conheci um zelador que ganhava por volta de $1.800 dólares por mês. Depois de trabalhar algumas de suas crenças com a PNL e também de algum planejamento financeiro, ele decidiu começar seu próprio negócio. Começou economizando dinheiro e comprou todas os materiais de que precisava. Conseguiu um contrato de limpeza perto do seu trabalho e contratou alguém para cumprir o contrato. Depois conseguiu outro e contratou mais um para ajudá-lo. Depois de um tempo, ele decidiu sair do seu emprego e começar sua própria empresa de limpeza. Ele, no fim, percebeu um tremendo aumento na sua remuneração mensal e uma sensação de liberdade que nunca havia experimentado antes.
Ele ainda fazia o trabalho de zelador. O que havia mudado era o seu autovalor. Ao invés de pensar "Oh, eu sou apenas um zelador, não posso fazer mais nada; não sou bastante esperto," ele começou a pensar "O que é possível?" Todo mundo necessita alguém que venha e faça a limpeza. As casas e as escolas precisam. Eles estão me contratando para fazer isso, então por que eu não passo para o outro lado da cerca e começo o meu próprio negócio.
É assim que você explora as possibilidades. Começa com um sonho. Depois é uma questão de transformar este sonho em realidade. Quando uma pessoa começa a aceitar o seu próprio autovalor e se abre para a idéia de que é possível, ele atrai a abundância e a prosperidade para a sua vida. O mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior. Se alguém, no seu íntimo, está se sentindo bem, isso geralmente se reflete na sua aparência, e ele vai atrair experiências positivas para sua vida. É deste modo que a vida funciona.





















