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Motivação


Olá pessoal, achei esse video na internet bastante motivacional, vale a pena ver!

 

Aumente a sua motivação

Em alguma oportunidade, todos nós já escolhemos ou assumimos o compromisso de executar uma tarefa pela qual não estávamos totalmente apaixonados ou motivados para concluir. Os exemplos incluiriam limpar a sua mesa ou o escritório, fazer uma "visita de surpresa", levar um parente idoso para fazer compras, etc.

O processo da PNL, a seguir, pode ser usado para aumentar a sua motivação ou outros sentimentos (ou se você é coach, os dos seus clientes) sobre uma tarefa da qual você decidiu participar ou concluir. É baseado no processo desenvolvido por Richard Bandler, um dos co-fundadores da PNL.


Verifique a ecologia. Se você estivesse realmente motivado, ou apaixonado ou aprecia executar essa tarefa, quais seriam os possíveis impactos (no curto e no longo prazo) naqueles sistemas do qual você faz parte – família, trabalho, etc., na sua saúde, ou em qualquer parte de você, como a parte criativa ou a parte da segurança.


Crie uma imagem da tarefa. Na sua mente, crie uma imagem dissociada (isto é, você se vê na imagem participando da tarefa ou da atividade). Chame isso de imagem #2.

Interrompa o estado. Olhe brevemente pela janela ou note alguma coisa na parede. O importante aqui é limpar a sua mente por um curto tempo.


Crie uma imagem motivadora. Na sua mente, crie uma imagem associada (isto é, você está olhando a imagem com seus próprios olhos) de alguma coisa que você realmente aprecia fazer. Chame isso de imagem #4.


Sobreponha a imagem da tarefa. Reintroduza a imagem da tarefa (#2) de modo que ela fique na frente e oculte a imagem motivadora (#4).


Crie uma abertura. Faça um orifício bem no meio da imagem da tarefa (#2), de modo que você possa enxergar claramente a imagem motivadora (#4) e possa sentir toda a energia motivadora que emana dessa imagem (#4). Faça isso rapidamente e faça um orifício suficientemente grande para receber todos os sentimentos da imagem motivadora.


Feche o orifício e mantenha os sentimentos motivadores. Feche o orifício na imagem da tarefa (#2) bem rápido para que você possa manter todos os sentimentos da imagem motivadora (#4).


Repita. Repita as etapas 3 a 7 tão rápido quanto puder pelo menos cinco vezes, fazendo uma breve pausa entre cada repetição.


Confira que um sentimento de motivação está associado com a tarefa. Veja a imagem da tarefa (#2) na sua mente. Agora ela está motivando você? Se não, repita as etapas de 3 a 7 ou verifique se a imagem motivadora está realmente motivando-o ou se você quer, de fato, concluir a tarefa.

Esse padrão pode ser usado em várias situações de coaching. Por exemplo, se você está trabalhando com um casal sobre o relacionamento deles, você pode querer reinstalar a paixão/amor que eles tiveram originalmente um pelo outro. Nesse caso, a imagem da tarefa seria uma imagem do parceiro(a) dela(e) e a imagem da motivação seria uma imagem de quando eles estavam realmente apaixonados um pelo outro.

Emoções Que Curam



A mente como remédio
 
Experiências demonstram que emoções negativas reduzem as defesas naturais do organismo - e que atitudes positivas podem ajudar a curar
“Para curar um doente de tuberculose
é mais importante saber o que ele tem na
cabeça do que no tórax.”

Cunhada em 1910 por sir William Osler, um eminente professor de Medicina nascido no Canadá, a frase acima se revestiu de uma surpreendente atualidade nos últimos anos. Uma enxurrada de estudos científicos tem demonstrado que o estado emocional do paciente e a confiança que ele deposita na cura são fatores decisivos para a recuperação. Essa constatação deu origem a técnicas e a serviços de apoio que começam a ser integrados aos tratamentos tradicionais para enfermidades graves como o câncer e a Aids.
Experimentos realizados nas últimas décadas revelaram que fatores como a depressão, o desânimo, o estresse e a ansiedade reduzem as defesas naturais do organismo em razão de conexões existentes entre o sistema nervoso e o sistema imunológico. Pacientes pessimistas e desesperançados, desse modo, debilitam as células capazes de combater as doenças e tendem a se beneficiar menos dos tratamentos.
Já o enfermo convicto da cura e notabilizado pelo otimismo, seja seu mal uma gripe ou um câncer, fortalece os mecanismos internos de cura e apresenta melhores condições de recuperar-se ou obter uma sobrevida mais longa. Em outras palavras, a ciência está descobrindo o que muitos charlatães já apregoavam: a mente pode curar, ou pelo menos dar uma ajuda decisiva na cura.
- O estado de ânimo que a pessoa mantém diante da doença influi muito na recuperação. Se ela está alegre, tem mais chance de melhorar. Se está depressiva, pensa que o mundo acabou e repete que vai morrer, debilita seu estado imunitário e não vai se curar nunca. O paciente tem que colocar algo de si para que o medicamento trabalhe - explica Ivan Izquierdo, professor titular de neuroquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Uma das comprovações clássicas dessa tese veio quase por acaso. Nos anos 70, David Spiegel, responsável pelo Departamento de Psiquiatria da Stanford University da Califórnia, resolveu verificar se o tratamento psicológico poderia ajudar mulheres com câncer de mama a superarem a depressão, a ansiedade e as dores que acompanhavam a doença. Dividiu as pacientes em dois grupos. Às integrantes do primeiro, ofereceu uma terapia e deu instruções sobre técnicas de relaxamento e auto-hipnose. Verificou que, ao mesmo tempo que elas obtinham avanços na qualidade de vida, as pacientes do grupo sem acompanhamento psicológico pioravam cada vez mais.
A grande surpresa viria 13 anos depois. Em meio a uma polêmica médica sobre a possibilidade de um estado mental levar à cura, Spiegel resolveu revisar seu experimento e verificar o impacto que ele tivera na sobrevida. Os resultados o deixaram aturdido e acabaram vindo a público em uma edição de 1989 da conceituada revista científica The Lancet: enquanto as mulheres que não receberam tratamento psicológico viveram em média 19 meses, as outras apresentaram uma sobrevida duas vezes maior - e algumas ainda estavam vivas.
Pesquisadores como o oncologista italiano Mariano Bizzarri, membro da Sociedade Americana do Câncer, sustentam que, à luz desses novos conhecimentos, os médicos devem rever seu papel. A participação e o grau de confiança que eles demonstram em relação ao tratamento transmitem ao paciente “segurança, fé, esperança e talvez mais alguma coisa”. Em um estudo com 10 cardíacos tratados por médicos entusiasmados com os novos tratamentos, verificou-se que oito apresentaram respostas excelentes na comparação com outros pacientes submetidos às mesmas terapias, mas tratados por profissionais céticos quanto as suas possibilidades.
 A MÁ INFLUÊNCIA DE FATORES NEGATIVOS
Estudos relacionam estados prolongados de depressão e ansiedade, redução das defesas do organismo e aparecimento de enfermidades:
1950: O americano John Calhoun investiga uma colônia de ratos vivendo em condições de superpopulação em unidades habitacionais especiais. O estresse emocional gerado provoca elevada presença de doenças cardiovasculares e tumores
1959: Mais de 200 pacientes de câncer são submetidos a análises psicológicas. O pesquisador L. Le Shan descobre que a maioria das pessoas, antes de adoecer, havia perdido relações afetivas estreitas, nas quais concentraram energias e expectativas
1983: Um trabalho do Mount Sinai School of Medicine de Nova York demonstra que, após a perda do cônjuge, o viúvo sofre uma redução de funções imunológicas importantes. Os linfócitos voltavam a reagir normalmente somente depois de um ano
1987: Pesquisa da Johns Hopkins School of Medicine mostra que a incidência de câncer em pacientes tipo “solitário” (pessoas que suprimem emoções e interpretam negativamente os eventos) era 16 vezes superior à registrada no grupo tipo “emocional"

“Não sou coitadinha”
Lídia Stodulski, 39 anos, diz saber o momento em que nasceu o câncer que enfrenta.
- Foi há três anos, quando descobri que minha mãe estava com esclerose múltipla. A notícia me deprimiu. Chorava muito. Tenho certeza de que isso me prejudicou.
O tumor na mama esquerda de Lídia apareceu em março, quase ao mesmo tempo das metástases de um antigo câncer de pele. Ela se submeteu a cirurgias e faz tratamento quimioterápico. O apoio psico-oncológico oferecido no Hospital de Clínicas a afastou da depressão.
- Eu me sinto combatendo a doença e não fico triste. Quando raspei o cabelo, a cabeleireira me chamou de coitadinha. Respondi que não era coitadinha. Estou super bem e tenho certeza de que isso vai fazer diferença. Já disse para minhas filhas que não vou morrer.