Pages

Mostrando postagens com marcador viver feliz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador viver feliz. Mostrar todas as postagens

Técnica de PNL para curar fobias


TÉCNICA DE PNL PARA CURAR FOBIAS (POR ANTHONY ROBBINS)

1) Veja em sua mente a situação que tanto o incomodava. Projete-a como se fosse um filme. Não fique transtornado com isso; apenas assista uma vez registrando tudo o que aconteceu.

2) Transforme a experiência num desenho animado. Acomode-se em sua cadeira, com um sorriso largo e tolo, respire fundo, e projete a imagem de trás para a frente, o mais depressa que puder, vendo tudo acontecer ao inverso. Se alguém disse alguma coisa,; observe-o engolindo as próprias palavras! Deixe o filme correr para trás bem depressa, depois projete-o para a frente ainda mais depressa. Mude agora as cores das imagens, a fim de que os rostos de todos tenham as cores do arco-íris. Se há alguém em particular que transtorne, faça com que suas orelhas se tornem enormes, como as de Mickey Mouse, e que seu nariz cresça como o do Pinóquio. Faça isso pelo menos uma dúzia de vezes, para a frente e para trás, para os lados, riscando o registro das imagens com tremenda velocidade e humor. Crie alguma música em sua mente ao fazer isso. Pode ser a sua música predileta, ou alguma melodia típica de desenho animado. Vincule esses sons estranhos à imagem antiga que tanto transtornava. Isso vai com certeza mudar as sensações. A chave de todo o processo é a velocidade com que você faz o filme voltar, e o nível de humor e exagero que consegue associar.

3) Pense agora na situação que o incomodava, e verifique como se sente agora. Se foi feito com eficácia, você terá rompido o padrão tantas vezes, e com tanta facilidade, que achará difícil, ou mesmo impossível, retornar a esses sentimentos negativos. Isso pode ser feito com coisas que o vêm incomodando há anos. É com freqüência um método muito mais eficaz do que tentar analisar as razões de uma situação, o que não muda as sensações que você vincula à situação.
Por mais simplista que possa parecer, a distorção eficaz de situação funcionará na maioria dos casos, mesmo quando há um trauma envolvido. Por que funciona? Porque todos os nossos sentimentos estão baseados nas imagens que focalizamos na mente, e nos sons e sensações que vinculamos a essas imagens específicas. À medida que mudamos as imagens e sons, mudamos como nos sentimos à respeito.
Efetuando-se esse condicionamento várias vezes, fica difícil voltar ao padrão antigo.

(Anthony Robbins do livro “Desperte o gigante interior”)

Como Visualizar o Sucesso e Fazê-lo Acontecer

Auto-Aplicável: Sim

Primeiro Passo:

Crie uma visão de carreira em sua mente. Você é o roteirista, pode fazer as coisas acontecerem em sua mente como bem entender. Crie uma cena onde está fazendo o que deseja fazer, na posição em que deseja estar. Dê a expressão das emoções ao seu próprio rosto no desenrolar da cena e veja-a reagindo com emoções positivas enquanto tudo acontece. Veja os outros também demonstrando certas emoções. A vida transpira movimento, portanto você quer que a sua visão seja como um filme, e não como umas poucas fotografias. Deixe a cena passar pela sua imaginação. (Embora pensemos em visões como quadros mentais, não tem que ser assim necessariamente. Às vezes simplesmente pensar a respeito de alguma coisa, sem dar a ela configuração de imagem, poder ser uma forma de visão igualmente eficaz).

Segundo Passo:

Repita duas vezes por dia a visão de carreira. Reserve algum tempo para o exercício da visualização. Se não restringir o tempo diário a qualquer coisa entre 30 segundos a dez minutos, acabará esquecendo de praticar. O levantar-se e o deitar-se são momentos bastante oportunos, vá repetindo pelo menos duas vezes ao dia, até a visão concretizar-se.
Terceiro Passo:
Saiba que a sua visão de carreira ainda acontecerá. Fatalmente acontecerá e, por isso você acredita piamente na visão. No entanto, não sabe quando exatamente quando vai acontecer. Isso absolutamente não lhe diz respeito. Você sabe que o destino administra a sua própria agenda e que as grandes forças do univerno vão estar em seu benefício se você deixar que a natureza se encarregue do "quando". Não fixe prazos para quando uma visão de carreira deve tornar-se realidade.

Quarto Passo:

Crie visões de desempenho diário. Escolha uma determinada tarefa ou fato que você saiba que está para acontecer brevemente, e visualize-se desempenhando na sua melhor forma. Veja-se produzindo os resultados que deseja, repasse a visão uma hora antes de ter iniciado a tarefa ou o fato, ou então pela manhã, no dia.

Quinto Passo:

Crie uma visão alternativa. Visualize as coisas não acontecendo de acordo com o seu plano preferencial e veja-se mesmo assim reagindo com a devida compostura e auto-confiança. Não tente inventar um motivo para que tal coisa aconteça. Simplesmente veja-a acontecendo e você agindo com fineza, apesar de tudo. Ponha um sorriso nos lábios. Escolh uma ou duas emoções positivas para sentir na hora, caso esta cena venha a acontecer.

Sexto Passo:

Crie uma visão de processo. Veja-se tomando as providências cabíveis para sua visão preferencial acontecer. Acrescente uma emoção positiva ao processo, e sinta a mesma em sua mente ao imaginar-se em ação.

Emoções Que Curam



A mente como remédio
 
Experiências demonstram que emoções negativas reduzem as defesas naturais do organismo - e que atitudes positivas podem ajudar a curar
“Para curar um doente de tuberculose
é mais importante saber o que ele tem na
cabeça do que no tórax.”

Cunhada em 1910 por sir William Osler, um eminente professor de Medicina nascido no Canadá, a frase acima se revestiu de uma surpreendente atualidade nos últimos anos. Uma enxurrada de estudos científicos tem demonstrado que o estado emocional do paciente e a confiança que ele deposita na cura são fatores decisivos para a recuperação. Essa constatação deu origem a técnicas e a serviços de apoio que começam a ser integrados aos tratamentos tradicionais para enfermidades graves como o câncer e a Aids.
Experimentos realizados nas últimas décadas revelaram que fatores como a depressão, o desânimo, o estresse e a ansiedade reduzem as defesas naturais do organismo em razão de conexões existentes entre o sistema nervoso e o sistema imunológico. Pacientes pessimistas e desesperançados, desse modo, debilitam as células capazes de combater as doenças e tendem a se beneficiar menos dos tratamentos.
Já o enfermo convicto da cura e notabilizado pelo otimismo, seja seu mal uma gripe ou um câncer, fortalece os mecanismos internos de cura e apresenta melhores condições de recuperar-se ou obter uma sobrevida mais longa. Em outras palavras, a ciência está descobrindo o que muitos charlatães já apregoavam: a mente pode curar, ou pelo menos dar uma ajuda decisiva na cura.
- O estado de ânimo que a pessoa mantém diante da doença influi muito na recuperação. Se ela está alegre, tem mais chance de melhorar. Se está depressiva, pensa que o mundo acabou e repete que vai morrer, debilita seu estado imunitário e não vai se curar nunca. O paciente tem que colocar algo de si para que o medicamento trabalhe - explica Ivan Izquierdo, professor titular de neuroquímica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).
Uma das comprovações clássicas dessa tese veio quase por acaso. Nos anos 70, David Spiegel, responsável pelo Departamento de Psiquiatria da Stanford University da Califórnia, resolveu verificar se o tratamento psicológico poderia ajudar mulheres com câncer de mama a superarem a depressão, a ansiedade e as dores que acompanhavam a doença. Dividiu as pacientes em dois grupos. Às integrantes do primeiro, ofereceu uma terapia e deu instruções sobre técnicas de relaxamento e auto-hipnose. Verificou que, ao mesmo tempo que elas obtinham avanços na qualidade de vida, as pacientes do grupo sem acompanhamento psicológico pioravam cada vez mais.
A grande surpresa viria 13 anos depois. Em meio a uma polêmica médica sobre a possibilidade de um estado mental levar à cura, Spiegel resolveu revisar seu experimento e verificar o impacto que ele tivera na sobrevida. Os resultados o deixaram aturdido e acabaram vindo a público em uma edição de 1989 da conceituada revista científica The Lancet: enquanto as mulheres que não receberam tratamento psicológico viveram em média 19 meses, as outras apresentaram uma sobrevida duas vezes maior - e algumas ainda estavam vivas.
Pesquisadores como o oncologista italiano Mariano Bizzarri, membro da Sociedade Americana do Câncer, sustentam que, à luz desses novos conhecimentos, os médicos devem rever seu papel. A participação e o grau de confiança que eles demonstram em relação ao tratamento transmitem ao paciente “segurança, fé, esperança e talvez mais alguma coisa”. Em um estudo com 10 cardíacos tratados por médicos entusiasmados com os novos tratamentos, verificou-se que oito apresentaram respostas excelentes na comparação com outros pacientes submetidos às mesmas terapias, mas tratados por profissionais céticos quanto as suas possibilidades.
 A MÁ INFLUÊNCIA DE FATORES NEGATIVOS
Estudos relacionam estados prolongados de depressão e ansiedade, redução das defesas do organismo e aparecimento de enfermidades:
1950: O americano John Calhoun investiga uma colônia de ratos vivendo em condições de superpopulação em unidades habitacionais especiais. O estresse emocional gerado provoca elevada presença de doenças cardiovasculares e tumores
1959: Mais de 200 pacientes de câncer são submetidos a análises psicológicas. O pesquisador L. Le Shan descobre que a maioria das pessoas, antes de adoecer, havia perdido relações afetivas estreitas, nas quais concentraram energias e expectativas
1983: Um trabalho do Mount Sinai School of Medicine de Nova York demonstra que, após a perda do cônjuge, o viúvo sofre uma redução de funções imunológicas importantes. Os linfócitos voltavam a reagir normalmente somente depois de um ano
1987: Pesquisa da Johns Hopkins School of Medicine mostra que a incidência de câncer em pacientes tipo “solitário” (pessoas que suprimem emoções e interpretam negativamente os eventos) era 16 vezes superior à registrada no grupo tipo “emocional"

“Não sou coitadinha”
Lídia Stodulski, 39 anos, diz saber o momento em que nasceu o câncer que enfrenta.
- Foi há três anos, quando descobri que minha mãe estava com esclerose múltipla. A notícia me deprimiu. Chorava muito. Tenho certeza de que isso me prejudicou.
O tumor na mama esquerda de Lídia apareceu em março, quase ao mesmo tempo das metástases de um antigo câncer de pele. Ela se submeteu a cirurgias e faz tratamento quimioterápico. O apoio psico-oncológico oferecido no Hospital de Clínicas a afastou da depressão.
- Eu me sinto combatendo a doença e não fico triste. Quando raspei o cabelo, a cabeleireira me chamou de coitadinha. Respondi que não era coitadinha. Estou super bem e tenho certeza de que isso vai fazer diferença. Já disse para minhas filhas que não vou morrer.

Mudança de estado

Olá pessoal, hoje vou ensinar uma técnica muito BOA pra vocês melhorar seu estado emocional para melhor, para isso vocês deve mudar sua fisiologia lembrando que: o corpo e mente fazem parte do mesmo sistema.

Sorria, também vai te ajudar bastante.