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Crenças Fortalecedoras


Para modelar excelência, temos de começar com os sistemas de crença da excelência. Descobri que estas sete crenças fortaleceram pessoas a usar, fazer mais, adotar maiores medidas e produzir maiores resultados. Não estou dizendo que são as únicas crenças úteis do sucesso. São um começo. Elas funcionaram para outros, e gostaria que visse se funcionam para você.

CRENÇA 1: Tudo acontece por uma razão e um fim, e isso nos serve. Lembra-se da história de W. Mitchell? Qual foi a crença central que o ajudou a superar a adversidade? Ele decidiu aproveitar o que acontecera e trabalhar com isso a seu favor, de todo modo que pudesse. Da mesma forma, todas as pessoas de sucesso têm a estranha capacidade de focalizar o que é possível numa situação, que resultados positivos podem vir dela. Não importa quão negativo seja o "retorno" ou feedback que tragam de seu ambiente, elas pensam em termos de possibilidade. Pensam que tudo acontece por uma razão, e isso as satisfaz. Acreditam que toda adversidade contém a semente de um benefício equivalente ou maior. Posso garantir-lhe que pessoas que conseguem resultados relevantes pensam dessa forma. Pense sobre isso em sua própria vida. Há um infinito número de maneiras de reagir a cada situação. Digamos que sua firma falha ao tentar conseguir um contrato com o qual você tinha contado, um contrato que você estava certo que merecia. Alguns de nós ficariam magoados e frustrados. Podemos sentar em casa e lastimar, ou sair e nos embebedar. Alguns ficariam loucos. Podemos culpar a companhia que julgou o contrato, imaginando que são um bando de indivíduos ignorantes. Ou podemos nos cul- par por arruinarmos uma coisa tida como certa. Tudo isso pode nos ajudar a desabafar um pouco, mas não re- solverá o problema. Não nos deixa mais próximos do resultado desejado. É preciso muita disciplina para sermos capazes de refazer- mos nossos passos, aprender lições penosas, reparar falhas e dar uma boa olhada nas novas possibilidades. Mas é a única maneira de ex- trair um resultado positivo do que parecia um resultado negativo...

CRENÇA 2: Não há essa coisa chamada fracasso. Há somente resultados. Esta crença é quase um corolário do número um, e é também importante em si mesma. Muitas pessoas em nossa cultura foram programadas para temer essa coisa chamada fracasso. No entanto, todos nós podemos pensar em ocasiões em que quisemos uma coisa e conseguimos outra. Fomos todos reprovados num teste, sofremos por um romance frustrante que não deu certo, montamos um plano de negócios para ver tudo sair errado.

Usei as palavras "efeito" e "resultados" porque é o que as pessoas bem-sucedidas vêem. Elas não vêem fracasso. Não acreditam nele. Isso não conta. As pessoas sempre conseguem alcançar algum tipo de resultado.

Os supersucessos de nossa cultura não são pessoas que não falham, mas simplesmente pessoas que sabem que se tentarem alguma coisa e não obtiverem o resultado desejado, pelo menos tiveram uma experiência de aprendizado. Elas usam o que aprenderam e tentam alguma outra coisa. Tomam algumas novas medidas e produzem alguns novos resultados.

Pense nisso. Qual é o único item, o único benefício que você tem hoje, a mais que ontem? .A resposta, claro, é experiência. Pessoas que temem o fracasso fazem com antecedência representações internas do que poderá não funcionar. É isso que não lhes permite tomar a única medida que poderia assegurar o cumprimento de seus desejos. Você tem medo de fracasso? Bem, como se sente sobre o aprendizado? Você pode aprender com cada experiência humana e pode, por meio disso, ter sucesso em qualquer coisa que faça...

CRENÇA 3: Qualquer coisa que aconteça, assuma a responsabilidade. Outro atributo que os grandes líderes e realizadores têm em comum é que operam a partir da crença de que criaram o mundo deles. A frase que ouvirá com freqüência é: "Sou responsável. Cuidarei disso" .

Não é coincidência você ouvir o mesmo ponto de vista muitas vezes. Os realizadores tendem a acreditar que, não importa o que aconteça, seja bom ou mau, eles o criaram. Se não realizaram isso com suas ações físicas, talvez o fizeram pelo nível e teor de seus pensamentos. Agora, não sei se isso é verdade. Nenhum cientista pode provar que seus pensamentos criaram nossa realidade. Mas é uma mentira útil. É uma crença fortalecedora. Por isso prefiro acreditar nela. Acredito que geramos nossas experiências na vida, seja por comportamento ou pensamentos, e que podemos aprender com to- das elas.

Se você não acredita que está criando o seu mundo, sejam seus sucessos ou fracassos, então está à mercê das circunstâncias. As coisas simplesmente acontecem com você. Você é um objeto, não um sujeito Deixe-me contar-lhe: se eu tivesse essa crença, partiria ago- ra e procuraria outra cultura, outro mundo, outro planeta. Por que ficar aqui se você é só o produto de forças externas do acaso?!.

Assumir responsabilidade é, em minha opinião, uma das melhores medidas do poder e maturidade de uma pessoa. É também um exemplo de crença apoiando outras crenças, de capacidade sinergética de um sistema coerente de crenças. Se você não acredita em fracasso, se sabe que atingirá seu efeito, não tem nada a perder e tudo a ganhar, assumindo responsabilidade. Se você estiver no controle, terá sucesso...

CRENÇA 4: Não é necessário entender tudo para ser capaz de usar tudo. Muitas pessoas bem-sucedidas vivem pela crença útil de outras. Elas não acreditam que precisam saber tudo sobre tudo, a fim de usá-las. Sabem como usar o que é essencial, sem sentir necessidade de aprofundar-se em cada detalhe. Se você estudar pessoas que estão com poder, descobrirá que têm um conhecimento elaborado sobre uma porção de coisas, mas freqüentemente têm pouco domínio de todo e cada detalhe de seu empreendimento...

CRENÇA 5: As pessoas são os seus maiores recursos. Indivíduos de excelência, isto é, pessoas que conseguem resultados notáveis, quase universalmente têm um tremendo senso de respeito e apreciação pelas pessoas. Têm um senso de equipe, de interesse comum e unida de. Se há alguma perspicácia no conteúdo da nova geração de livros sobre negócios, como Innovation and Entrepreneurship, In Searc of Excellence, ou The One Minute Manager, é que não há sucesso duradouro sem relação entre as pessoas, e que a maneira de ser bem sucedido é formar uma equipe de sucesso que esteja trabalhando junto. Todos nós vimos relatórios sobre fábricas japonesas, onde trabalhadores e diretoria fazem as refeições no mesmo refeitório e o de ambos se entrosam para avaliar desempenhos. Seus sucessos refletem as maravilhas que podem ser realizadas quando respeitam as pessoas, em vez de tentar manipulá-las...

CRENÇA 6: Trabalho é prazer. Você conhece alguma pessoa que teve grande sucesso, fazendo o que odeia? Eu não. Uma das regras do sucesso é fazer um casamento bem-sucedido com aquilo que se gosta...

CRENÇA 7: Não há sucesso permanente sem confiança. Indivíduos que têm sucesso, têm crença no poder da confiança. Se há uma única crença que parece quase inseparável do sucesso é a de que não há grande sucesso sem grande confiança. Se você olhar para as mais bem-sucedidas pessoas em qualquer campo, descobrirá que não são necessariamente as melhores e as mais brilhantes, as mais rápidas e as mais fortes. Descobrirá que são aquelas com a maior confiança em si mesmas...

Do livro: Poder sem Limites - O Caminho do Sucesso Pessoal pela Programação Neurolingüística, de Anthony Robbins

Padrões de comunicação




COMO SÃO IDENTIFICADOS OS PADRÕES DE COMUNICAÇÃO?

Quando estamos interagindo com o mundo formam-se dentro do cérebro "blocos" de imagens, sons, sensações e sentimentos, cheiros e gostos, conforme cada experiência, a cada instante, têm-se uma seqüência sensorial correspondente. O bloco sensorial percebido passa pelas restrições neurológicas, sociais e individuais e pelos mecanismos da generalização, eliminação e distorção, e se transforma na nossa memória. Esse registro cerebral é que determina como atuamos no mundo, se vamos agir com excelência ou não na nossa vida. O nosso registro cerebral contém todos os parâmetros sensoriais de uma experiência armazenados, porém temos mais consciência de um ou dois desses parâmetros.

COMO IDENTIFICAR O PARÂMETRO SENSORIAL PREDOMINANTE?

Algumas pessoas são predominantemente visuais, percebem mais as imagens. Outras são mais direcionadas para o canal auditivo, dão maior ênfase aos sons e as palavras em todas as experiências cotidianas. E pessoas predominantemente cinestésicas, têm o foco de percepção nas sensações táteis, como também no gosto quando houver algo a ser degustado, e nos cheiros percebidos em cada situação. A nossa comunicação verbal - as palavras - e a não verbal - tom e velocidade da fala, gestos, posicionamento do corpo, respiração, movimento ocular e expressão do rosto - adquirem características próprias relacionadas ao parâmetro sensorial mais utilizado. A identificação do canal sensorial predominante pode ser feita tanto na linguagem verbal como na linguagem não verbal.


Nas três cenas o Bangrin mostrou através da linguagem verbal, da posição do corpo e dos gestos qual era o seu parâmetro sensorial predominante. Na primeira cena ele estava representando a predominância visual, ele demonstrou estar mais consciente das imagens. Depois o Bangrin estava mais direcionado para o canal auditivo, dando maior ênfase aos sons percebidos durante o passeio. E na terceira cena ele mostrou estar percebendo mais as sensações físicas no passeio de barco.

Artigo retirado do site: apoie.org

Inteligência emocional



Vencendo medos perceptivos 
Lições de uma montanha-russa

A situação era peculiar: do lado de fora de um parque de diversões, eu olhava a montanha-russa: um carrinho estava subindo, lentamente. Ele fez a curva ao final da subida e, ainda bem lentamente, foi se movendo em direção à próxima curva. Ao fazer esta, o carrinho despencou, as pessoas gritaram e foi então que senti o maior frio na barriga. Estranhei, porque eu estava com os pés firmes no chão, como é que podia estar reagindo ao que estava acontecendo a 50 metros com outras pessoas? Investigando meus processos mentais e minha percepção, achei uma possibilidade de explicação para o fato, bolei uma solução, testei-a e na mesma hora passou o efeito. Essa solução, que testei em outras situações semelhantes, é o que descrevo aqui. 

Fundamentos:

Entender o que fiz requer saber duas coisas sobre o funcionamento da nossa inteligência: os modelos mentais e a dinãmica da atenção. 
O primeiro fato é que não operamos diretamente no mundo, e sim a partir das percepções que temos do mundo e o que fazemos com essas percepções, que compõem os nossos modelos mentais. Sem modelos mentais não poderíamos fazer nada; tente por exemplo tomar uma decisão qualquer só com o que você percebe no presente. Mesmo se for saciar uma simples sede, você precisa ter um modelo mental da sua casa ou do ambiente em que está e das opções potáveis que existem. Quando não tem, sai procurando (talvez e somente se a sede for suficientemente intensa!). Se é uma decisão de maior impacto, como casar-se, você precisa ter um modelo mental atraente da futura vida, ou certamente não se casará, a menos que obrigado, seja por si mesmo ou por outras pessoas.
O outro aspecto da inteligência é a dinâmica da atenção e da percepção. Agora o foco de sua atenção está neste escrito, mais especificamente nesta palavra, agora nesta, agora nesta, e neste exato momento nesta... Ou seja, sua atenção segue um fluxo no tempo. Esse fluxo pode ser mais ou menos estruturado. Quando lê, por exemplo, sua atenção é conduzida pelo nosso padrão de escrever de cima para baixo e da esquerda para a direita e é estruturada. Quem está dirigindo um automóvel pode ter a atenção estruturada ou reativa. Se o motorista segue um padrão de olhar para a frente e de vez em quando olhar os retrovisores, seu fluxo de atenção é estruturado. Quando vê um pedestre em situação perigosa, a tendência é concentrar a atenção nele e esquecê-lo assim que não for mais importante, o que caracteriza direcionamento reativo da atenção. Dirigir é uma combinação de direcionamento estruturado e reativo, como você pode notar. Outra possibilidade para o direcionamento da atenção é a escolha pura e simples. Por exemplo, você pode prestar atenção em qualquer parte deste texto, a qualquer momento, nada lhe prende ou limita exceto sua decisão de fazê-lo ou não.
A realidade via de regra proporciona muitos estímulos visíveis, audíveis e sensíveis, alguns dos quais podemos ignorar e outros não. A percepção de um ser inteligente, portanto, deve se alternar um bocado no dia-a-dia. Se você ao ler isto ouvir um barulho, sua atenção naturalmente vai se desviar por um momento para interpretar o estímulo e avaliá-lo, porque pode ser uma explosão ou outra ameaça ou simplesmente por curiosidade. O processamento dos estímulos que nos chegam pode ser inconsciente, isto é, nossa mente pode filtrar os estímulos que chegam ao consciente, só deixando chegar a nós os importantes. Isso tem características de habilidade, é aprendida e amadurecida, podendo ser treinada intencionalmente.
A característica dinâmica da atenção tem várias implicações. Por exemplo, pessoas que reagem a qualquer estímulo em geral, sem filtros de importância treinados, podem ter dificuldades de concentração em ambientes ruidosos. Já fiz e já vi outras pessoas saírem do foco e não perceberem: você está falando com ela e de repente ela vê algo e faz um comentário estranho à conversa, como se nada mais estivesse acontecendo. O nosso próprio nome é um estímulo ao qual dificilmente deixamos de responder desviando a atenção; também já vi um educador usar o nome da pessoa com freqüência ao falar com ela, o que suponho que seja uma forma de prender a atenção da pessoa. 
O fluxo de atenção por si também é muito, muito importante, porque há um bocado de coisas que acontecem no nível inconsciente, como por exemplo sentir os pés no chão e perceber tensões no corpo, entre outras. Para verificar isso, dê uma geral no seu corpo procurando por alguma parte tensa. Muitas pessoas não incluem, por exemplo, a testa no seu fluxo de atenção, e nem percebem que a franzem quando falam ou cantam. Esse fluxo da atenção é extremamente rápido, e às vezes só notamos quando ele não acontece, como quando estamos tão ligados em algo interessante que esquecemos todo o resto.
Ambos, modelos mentais e atenção são processos, e por isso não são ruins, bons nem algo entre esses extremos; são como ferramentas cuja utilidade depende da forma como são usadas. Os dois trabalham juntos para formar nossa percepção, como os pólos de um imâ, e isso tem várias utilidades. É por meio deles que conseguimos, por exemplo, nos colocar no lugar do outro e ver do ponto de vista dele, o que é chamado na PNL de posição perceptiva. Note a combinação desses dois recursos ao assistirmos um bom filme. “Entramos” no filme e passamos a viver dentro do modelo mental do filme. Para conseguirmos isso, temos que deixar de prestar atenção no nosso próprio corpo e no ambiente. Experimente assistir a um filme notando de vez em quando onde está. Acredito que foi por isso que um filme do Arnold Schwarzenegger fracassou, um que seu personagem saía de uma tela de cinema e ia para a “realidade”: os espectadores eram lembrados de que estavam em um cinema, “desligando” o modelo mental do filme.

O problema compreendido e solucionado:

Foi com base nessas compreensões que eu pude entender como conseguia sentir frio na barriga apenas olhando a montanha-russa, e o sucesso da minha intervenção sustenta sua validade. Descrevendo passo a passo, eu percebi que tinha feito o seguinte:
- Olhei a montanha-russa, com foco no carrinho.
- Quando ele começou a descida, eu me coloquei na posição perceptiva de estar dentro do carrinho. Ao fazer isso, mesmo que por um segundo, o fluxo de minha atenção deixou de passar pelo meu corpo e qualquer outra coisa, e o modelo mental pareceu real naquele momento
- Reagi à "realidade" do meu cenário interno do momento com uma reação semelhante à que teria se estivesse realmente acontecendo.
Devo fazer isso muito bem, porque comecei a ver o que eu veria, ouvir o que ouviria e sentir o que eu realmente sentiria se estivesse lá, apenas com menor intensidade. Uma habilidade desenvolvida, creio eu, daquelas que não se sabe quando foi aprendida.
Pensei então: se enquanto eu olho o carrinho eu mantiver minha referência de realidade direcionando a atenção para o contato dos pés com o chão, o frio não vai acontecer. Fiz isso e foi um sucesso imediato, não tive mais qualquer sensação incômoda.
Posteriormente teste novamente essa estratégia em um lugar alto, com o mesmo bom resultados. Para mim foi muito útil: imagine o que senti, com essa habilidade antes inconsciente de entrar em uma posição perceptiva, ao assistir um documentário de meia hora sobre escaladores de prédios!

Caminhos:

Caso você tenha medos e frios na barriga ou em outros lugares e quiser experimentar o que fiz, há pelo menos dois caminhos. Um é esperar acontecer e conscientemente direcionar a atenção de vez em quando para as sensações nos pés ou alguma outra do momento presente. Outra é praticar essa estratégia em um contexto de treinamento e transformá-la em habilidade ou até reflexo. Para isso basta você simular situações variadas. Como você viu, com a nossa capacidade de simular realidades alternativas, você pode fazer de conta que está no Everest e treinar lá – sem sair de casa.
Eu só não recomendo você transformar isso em reflexo condicionado, porque vai ter momentos em que você talvez queira ter a opção de poder entrar em uma realidade paralela, como ao assistir um filme ou ler um bom romance. Afinal, queremos não reduzir nossas possibilidades, e sim expandi-las.

Créditos: Virgílio Vasconcelos Vilela





Novo layout PNLBR

Olá pessoal, resolvemos da uma atualizada no blog aproveitamos e mudamos nosso layout, agora sim tudo a ver com o nosso astral, ânimo novo e blog de cara nova. Sejam bem-vindos a nova versão, espero que vocês gostem.

Grande abraço!

Visualização Criativa


VISUALIZAÇÃO CRIATIVAA capacidade de criar imagens mentais nítidas é uma das chaves para o sucesso no controle mental. A visualização mental mostra ao seu incosnciente o que você deseja que ele faça.
É como dizer para ele: “Está vendo esta imagem? É isto que desejo”.
Um comerciante visualizará a si mesmo fazendo bons negócios.
Uma pessoa que deseja falar em público visualizará a si própria diante
de uma platéia.
Possuímos a capacidade de visualizar mentalmente qualquer coisa.
Você pode melhorar muito esta capacidade através de exercícios.
Por exemplo: em vez de visualizar em preto e branco poderá visualizar colorido.
Em vez de visualizar  vendo-se à distância, poderá mergulhar na cena e envolver-se nela.
Com a prática cenas detalhadas e mais intensas podem ser obtidas.
VISUALIZAÇÃO MENTAL NO CONTROLE MENTAL
Vantagens:
  1. Aumentar o grau de concentração e percepção. Você desenvolve os sentidos permitindo uma assimilação mais rica pelo cérebro.
  2. Aprender a excluir o que considera ruim e substituir por imagens positivas.
      Exemplo: excluir do cérebro sua auto-imagem negativa e visualizar uma nova imagem positiva.
  1. Estabelecer um elo de ligação mais forte entre o consciente e o inconsciente. O cérebro processa melhor imagens do que pensamentos.
  2. Aprimorar-se por imitação. Primeiro você visualiza o que deseja depois imita o que visualizou. Exemplo: visualizar-se dirigindo um carro, depois dirigir o carro de fato. Os simuladores usados pelas auto-escolas, na aviação e pelos astronautas usam o princípio da visualização / imitação.
  3. Diminuir as chances de erros. Muitos atletas usam a visualização para melhorar o desempenho. O campeão americano de golfe, Jack Niklaus, afirma em seu livro “Golfe do meu jeito”, que usa a técnica da visualização para melhorar o rendimento. Ele imagina detalhadamente todo tipo de jogada com os tacos.
  4. Ganhar energia extra. Atletas vêem filmes reais gravados, de suas próprias atuações bem sucedidas, antes de competir, o que garante energia extra e autoconfiança. Filmes mentais fazem o mesmo efeito.
  5. Neuróbica: os exercícios para o cérebro são chamados de neuróbica. Visualizar é um excelente exercício, pois fortalece a rede de neurônios e conseqüentemente a memória e a concentração.
  6. Diminuir a ansiedade e controlar as emoções. Ao visualizar você se familiariza com a situação futura e pode controlar melhor as emoções.
A programação da mente funciona de forma semelhante à programação de um computador.
Você precisa ter um bom programa, aprender a usar a linguagem dele e instalar o programa no computador. O cérebro usa a linguagem das imagens e você precisa dominar esta linguagem.
Ao se programar você precisará visualizar o que deseja realizar. Quanto mais próximo da realidade for a imagem visualizada, tanto mais eficaz será a programação na memória.

Não tente, faça!


Você conhece o fato – você encontrou um velho conhecido na rua, conversou meio sem jeito sobre o que aconteceu nesses últimos anos e, antes de cada um seguir o seu caminho, um diz “algum dia precisamos tentar nos encontrar!”

Ou então você pede para alguém lhe fazer um favor e ele responde “OK, vou tentar fazer.”

Agora imagine que eu diga para você “Eu quero que você tente tocar a ponta do seu nariz com seu dedo indicador.” Provavelmente você vai achar que é um pedido estranho, desde que você não tenha nenhuma incapacidade. É fácil fazer, não corre o risco de fracassar, então por que usar “tentar”?

Entretanto se eu pedir “Tente tocar o teto,” isto soa e parece mais sensato, porque não há certeza de que você consiga tocar o teto – a maioria dos tetos são muito altos.

O que resulta de todos esses exemplos?

Que nós usamos a palavra TENTAR quando presumimos ou assumimos um fracasso!

“Nós precisamos tentar nos reunir algum dia” significa algo como “Eu acho que tenho que me livrar de você e não tenho a proposição de lhe dizer que espero não enxergar você de novo!"

“Eu vou tentar fazer isto" significa que “Eu não vou dizer que eu não consigo ou não vou fazer – mas não tranque sua respiração esperando que eu faça isto!"

Mas é apenas uma figura de retóricaTalvez. Mas figuras de retórica muitas vezes dão pistas muito sólidas sobre o que está acontecendo na prática. Elas podem ser uma forma de externar as emoções ocultas. Especialmente se você as ouve atentamente e as aceita literalmente.Palavras como “tentar" indicam o que você realmente está pensando – e, que talvez, não queira admitir nem para você mesmo.As palavras que você usa sub-vocalmente no seu diálogo interno afetam o seu humor. E as palavras que você usa em voz alta afetam tanto o seu próprio humor e o das outras pessoas.“Tentar" cria dúvida – na sua própria mente e na dos outros – e sugere que é improvável você ser bem-sucedido.
.
Substitua “tentar" por “querer"
.
Use-o por uns tempos e decida se isso faz diferença em como você se sente e como as pessoas lhe respondem.
Ao invés de:
“Eu preciso tentar começar a me exercitar"
“Eu vou tentar parar de fumar"
“Eu vou tentar comer coisas mais saudáveis"
“Eu vou tentar ser mais amável com as pessoas"
Use “Eu QUERO começar a me exercitar, etc."
.
E se eu não estiver seguro de que serei bem sucedido?.Não há problema. Você não tem que ter certeza de que será bem-sucedido antes de começar alguma coisa.Está tudo certo se você “fracassar"."Tentar" é uma maneira de nos proteger contra as sensações desagradáveis que nós associamos com o fracasso... "Mas eu não disse que faria! Eu só disse que eu ia tentar!"Tome a decisão de que é certo não conseguir tudo correto todas as vezes e você se sentirá muito melhor dizendo “eu quero..."O outro lado dessa moeda é que se você não disser “eu quero..," você não está inteiramente comprometido. Você estará dando a si mesmo a condição da fuga – só por precaução..Comprometa-se inteiramente.Comprometa-se inteiramente – ou então nem se dê ao trabalho. Se não se comprometer inteiramente, você estará enganando a si mesmo. Você estará fingindo que vai dar o seu maior empenho para fazer algo quando, de fato, você está se preparando para fracassar e com o seu álibi de fracasso já pronto.Quando você se compromete inteiramente, você está se fortalecendo com a crença de que será bem-sucedido – faça isso e você já estará na metade do caminho antes mesmo de começar..Reg Connolly é Trainer Certificado e Master Practitioner de PNL, treinador de administração e de vendas.

Artigo publicado sob o título "Don't try – just do it" no site www.nlp-now.co.uk


Controle sua ansiedade


Você fechará seus olhos, deverá seguir de olhos fechados até que você termine.
Sempre de olhos fechados vais tomar ar lentamente pelo nariz, segurando o ar por 3 segundos e expulsando-o sem pressa... Devagar... Deverá ser assim, olhos fechados, tomando e expulsando ar sem pressa.
Repita mentalmente a cada inspiração:
Que paz, que tranqüilidade, que segurança.
O medo se afasta a cada inspiração cada vez mais e mais.
Faça até perceber que você  está no controle.